Gazeta Mercantil

O bom desempenho dos seus principais medicamentos comercializados no mercado brasileiro ajudou o laboratório anglo-sueco AstraZeneca a elevar o faturamento no Brasil em 16,4% no ano passado, para R$ 794,9 milhões em relação aos R$ 644,4 milhões de 2005. Globalmente, as vendas da farmacêutica cresceram 11%, ficando em US$ 26,4 bilhões em 2006. O resultado operacional mundial subiu 26% nos mesmos períodos comparados, para US$ 8,2 bilhões.

José Antônio Vieira, presidente da AstraZeneca do Brasil, disse que 2006 foi o segundo ano consecutivo de alta superior a 20% nas vendas da subsidiária no varejo, o que permitiu à empresa ganhar participação no mercado brasileiro e subir várias posições no ranking nacional.

Conforme dados do IMS Health, que audita as vendas do setor para o varejo, a empresa cresceu 22,7% nesse canal em 2006, para R$ 415,7 milhões. "No mercado ético, passamos do 17 lugar que detínhamos em 2002 para 10 no ano passado em vendas no varejo." Se incluídos os negócios realizados com hospitais e governo, a companhia passou da 11 colocação em 2002 para a 7 no ano passado.

O aumento das vendas no País é resultado, particularmente, da performance de Crestor, Seroquel e Nexium. As vendas de Crestor, indicado para o controle do colesterol, mais do que dobraram em 2006, ante o ano anterior, ficando em R$ 54,8 milhões, observou Vieira. Já as do antipsicótico Seroquel subiram 56%, e alcançaram R$ 22 milhões. Nexium, para tratar doença gastrintestinal, faturou 35% mais, com R$ 56 milhões.

Fonte: http://www.interfarma.org.br/WEB.UIWEB/visualizarNoticia.aspx?codigo=1702
Consultado em 22/02/2007