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janeiro 2006

OMS dará remédios anti-gripe aviária a pobres

2016-02-02T20:46:02-03:00janeiro 20, 2006|Categories: Acervo|

A Organização Mundial da Saúde, OMS, afirmou que recebeu uma doação de 2 milhões de seqüências de tratamento antiviral contra a gripe aviária. A doação foi feita pelo laboratório farmacêutico Roche à OMS, que informou que o medicamento, conhecido como Tamiflu, será usado quando necessário por países carentes do tratamento. O vírus H5N1, que causa a gripe aviária, ainda não é transmitido entre seres humanos, mas de acordo com a ONU, o mundo precisa estar preparado para uma possível pandemia da gripe. A gripe aviária já matou 79 pessoas, a maioria na Ásia.  Fonte: http://www.onu-brasil.org.br/view_news.php?id=3513 Consultado em 23/02/2007

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Aids é tema de reunião de 19 países em Brasília

2016-02-02T20:46:02-03:00janeiro 9, 2006|Categories: Acervo|

Elaborar estratégias de acesso universal a medicamentos anti-retrovirais e a insumos de prevenção contra as DST/aids na América Latina e no Caribe é o principal objetivo da consulta regional "Em direção ao acesso universal à prevenção do HIV e tratamento da aids na América Latina e Caribe Espanhol", que reunirá em Brasília representantes de 19 países da América do Sul (Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia e Venezuela), América Central (Panamá, Costa Rica, Nicarágua, Honduras, El Salvador, Guatemala e Belize) e Caribe espanhol (Cuba e República Dominicana) de 12 a 14 de janeiro próximos. O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids – UNAIDS, que apoia integralmente a iniciativa brasileira de realizar esse encontro no país, trará representantes de sua sede em Genebra e coordenadores de escritórios do programa em outros países. Entre os participantes do UNAIDS, destacam-se Michel Sidibé, diretor de apoio a países e regiões (Country and Regional Support); Luiz Loures, diretor de iniciativas globais (Global Initiatives); e Nancy Andrade-Castro, diretora do escritório regional do UNAIDS para América Latina e Caribe. Os resultados das discussões serão apresentados na Assembléia Geral das Nações Unidas em maio de 2006 durante reunião de alto nível em que se discutirão os avanços relativos à Declaração de Compromisso sobre HIV/Aids acordada em 2001. No encontro em Brasília, são esperados 80 representantes de governo, sociedade civil, redes comunitárias, organismos e agências internacionais da América Latina e do Caribe espanhol. A reunião é coordenada pelo Grupo de Cooperação Técnica Horizontal (GCTH), em que o Brasil exerce o cargo de Secretaria Técnica.  Fonte: http://www.onu-brasil.org.br/view_news.php?id=3450 Consultado em 23/02/2007

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dezembro 2005

Ministro da Saúde reconhece falha em emergências e promete ampliar distribuição de medicamentos

2017-01-10T17:18:27-03:00dezembro 31, 2005|Categories: Acervo|

Há cinco meses no cargo, o ministro da Saúde, Saraiva Felipe, luta contra o tempo para cumprir as metas previstas para o governo Luiz Inácio Lula da Silva. Algumas são inalcançáveis. Pelo cronograma inicial, o Brasil deverá ter 1 mil farmácias populares até o fim de 2006. Até agora, só há 75. E ainda assim nem todas funcionam com todos os itens. Mais: o Ministério Público apura denúncia de que medicamentos estão sendo comprados nestas unidades para serem revendidos em estabelecimentos comerciais. Outro programa que não conseguiu cumprir a meta neste ano foi o Brasil Sorridente, um dos preferidos do presidente Lula. Dos 400 Centros Especializados de Odontologia (CEO) previstos para 2005, 243 estão habilitados. Para o ano que vem, a meta é ter mais 475, o que totalizaria 875 CEOs. No rol das portarias revogadas pelo próprio ministro há três semanas, 37 centros odontológicos tiveram a ampliação dos serviços cancelada. Nem o Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) teve sua meta cumprida neste ano. Das 142 equipes que cobririam 100 milhões de pessoas previstas para funcionar em 2005, o governo conseguiu por nas ruas somente 88, número suficiente para atender a 77,4 milhões de brasileiros. Para o ano que vem, a meta é mais ousada. O governo quer chegar a um total de 252 equipes habilitadas. Médico sanitarista e deputado licenciado, Saraiva Felipe acredita que não será candidato em 2006. Atualmente, ele reclama das pressões de deputados que chegam por todos os lados nessa época do ano. “Eles querem que eu atenda às emendas individuais e as coletivas. Mas não há dinheiro para isso”, diz. Em entrevista ao Correio, o ministro explica também por que algumas empresas que foram acusadas de superfaturar a venda de hemoderivados ao Brasil ainda fazem negócio com o Ministério da Saúde. No ano que vem, o ministro diz que seu maior desafio será resolver o problema do atendimento de urgência e emergência nas regiões metropolitanas, que acaba congestionando os hospitais das capitais. Ele admite que, neste item, o governo ficou devendo. Segundo Saraiva, serão melhorados os atendimentos nas cidades dos entornos das grandes cidades. “Deixamos a desejar” - A meta inicial do programa Farmácia Popular era 1 mil farmácias até o fim do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. A um ano para encerrar o mandato do presidente, só há 75 unidades. Podemos dizer que o programa fracassou? Quando eu assumi o cargo, a meta que me foi passada era de 500 farmácias. Nós estamos avançando. Atualmente, temos 75 em pleno funcionamento e 260 sendo implantadas. No próximo ano, nós vamos aumentar o número de itens nas farmácias populares e vamos disponibilizar nas redes de farmácias tradicionais medicamentos para controle de hipertensão arterial e diabetes. Com essa medida, as farmácias comerciais terão um pedacinho da farmácia popular. Será uma forma de universalizar o atendimento. - Há alguns meses o senhor recebeu denúncias de que donos de farmácias comerciais estavam comprando remédios nas farmácias populares para revender a preços mais altos. O ministério tomou alguma providência? O Ministério da Saúde não opera nenhuma farmácia popular. Elas são administradas por meio de convênios com prefeituras municipais e entidades filantrópicas. Quando recebi esta denúncia, eu orientei o pessoal responsável pelo programa a fazer uma investigação rigorosa no caso. Se o preço de um medicamento na farmácia popular chega a 10% do cobrado pela farmácia comercial, é possível que haja pessoas inescrupulosas comprando remédios para revender na rede comercial de farmácias. A investigação está em andamento e já foi acionado o Departamento Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde (Denasus). - Por que o Ministério cancelou 13 portarias baixadas pelo seu antecessor, entre elas a que melhora e amplia os critérios para tratamento de pacientes com obesidade mórbida? Na verdade, elas não foram canceladas. O Ministério considerou as portarias “insubsistentes”. - O que quer dizer “sem valor” ou “sem fundamento”? Na verdade, nós queríamos usar o termo “inconsistente”. As portarias foram baixadas pelo ex-ministro Humberto Costa sem um estudo mais detalhado do impacto que elas teriam. Há medidas que precisam ser pactuadas pelos estados e municípios e não foram. Se eu não combinar com estados e municípios, não adianta assinar portaria aqui porque não terá efeito lá na ponta. As medidas também estavam pouco subsidiadas de informação. Por isso foram consideradas inconsistentes. - Até as cirurgias bariátricas? O problema das cirurgias bariátricas é que esse procedimento custa muito caro para o Sistema Único de Saúde (SUS). Se eu não estabelecer protocolos muito bem definidos para esses procedimentos, poderá ser consumido todo o recurso destinado às cirurgias eletivas só em operações de redução de estômago. Para fazer uma cirurgia dessas, temos de definir o que é obesidade mórbida, quais os exames que devem ser apresentados e que mais de um médico examine o paciente. Nada disso constava na portaria assinada pelo ex-ministro. Eu, por exemplo, preciso fazer uma dieta para reduzir o peso. Mas não tem justificativa eu procurar pelo SUS para reduzir meu estômago. Além de ser cara, a cirurgia tem risco e envolve uma série de acompanhamentos médico-psicológico no pós-operatório. - A portaria que trata das cirurgias de redução de estômago será revista em 2006? Com certeza. Vamos retomar os estudos no ano que vem para definir rigorosamente o acesso às cirurgias bariátricas e evitar que haja uma epidemia de cirurgias de redução de estômago. Mas nós não vamos gastar todo o recurso para as cirurgias de média complexidade apenas com redução de estômago. - Por que as empresas que foram denunciadas por superfaturamento na compra de hemoderivados na Operação Vampiro continuam vendendo hemoderivados ao Ministério da Saúde? O grande problema é que o Brasil não fabrica o fator 8. Enquanto não for inaugurada a Hemobras, nós vamos depender dos laboratórios internacionais e de seus representantes legais no Brasil. Além disso, estamos evoluindo do pregão eletrônico para o pregão presencial. Enquanto fizermos pregões, teremos de comprar hemoderivados dos laboratórios que apresentarem o menor preço. Não há alternativas no mercado porque há poucos laboratórios no mundo fabricando o fator 8. E no mundo todo esse comércio é cartelizado. Já levamos esse fato ao Ministério Público, à Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça e à Polícia Federal. A única saída é acelerar a construção da Hemobras para produzirmos hemoderivados nacionalmente. Enquanto isso, não podemos deixar os hemofílicos sem fator 8. - Como ministro, qual o seu maior desafio para 2006? Eu reconheço que deixamos a desejar no atendimento emergencial no ano de 2005. Meu maior desafio é melhorar esse atendimento. Vamos ampliar a distribuição de medicamentos essenciais nos postos de saúde. Para isso, estamos rediscutindo o armazenamento dos medicamentos. O ministério poderá assumir a compra dos medicamentos de alto custo, que enfrentam problema na sua distribuição em centenas de cidades. Hoje, o ministério repassa o dinheiro e os gestores estaduais e municipais compram os medicamentos. Como têm ocorrido problemas com a falta desses remédios, nós poderemos assumir a compra e a distribuição, como ocorre com os medicamentos para a Aids. - Em 2006, o Ministério da Saúde voltará a negociar com o laboratório Abbott. Dessa vez será para acertar o preço do medicamento Meltrex, o substituto do Kaletra. Já tem alguma reunião marcada? Não. Por enquanto estamos comprando e distribuindo o Kaletra. - Mas o senhor sabe que o Kaletra está com os dias contados, já que é considerado um remédio ultrapassado. Eu sei, mas o Meltrex ainda não entrou no mercado. Quando estiver disponível, nós sentaremos para negociar e esperamos consegui-lo num preço baixo, como ocorreu nas negociações com o Kaletra. Isso vai depender do Comitê Terapêutico Nacional de Tratamento da Aids. O que está pré-acertado é que o Meltrex será vendido para o Brasil com um preço 10% superior. Como o paciente usará bem menos comprimidos de Meltrex em relação ao Kaletra, é possível que não haja alteração nos custos do governo. - O senhor tem se queixado das pressões dos deputados. Como o senhor lida com isso? Cabe aos parlamentares fazer pressões, mas elas estão demais. Eles cobram pagamentos de emendas ao orçamento para atender às suas bases aliadas. Essa cobrança é esperada. Mas tem cobranças exageradas, que são extra-orçamentária e não há como eu pagá-las. Infelizmente, não temos dinheiro nem para atender as emendas individuais, quanto mais as coletivas. - Como essas pressões chegam até o senhor? Diariamente, os deputados vêm até aqui e apresentam os pleitos. Eles tentam me convencer da importância desses pedidos. Também telefonam para fazer pressão. Mas, como administrar é conciliar interesses de agentes públicos, procuro resistir dentro da capacidade orçamentária e da escolha do que é mais importante para a saúde pública. - 2006 é um ano eleitoral. O senhor vai concorrer a algum cargo político? Não sei. Estou sem tempo de pensar nisso. O trabalho aqui tem sido muito árduo e por enquanto não sei de nada. Fonte: http://www.aids.gov.br/data/Pages/LUMISDA56F374ITEMID0ACA9976A417474D8F66598BCFE2F435PTBRIE.htm Consultado em 13/02/2007

Comentários desativados em Ministro da Saúde reconhece falha em emergências e promete ampliar distribuição de medicamentos

Brasil deve quebrar patentes de remédios anti-Aids, diz infectologista

2016-02-02T20:46:02-03:00dezembro 1, 2005|Categories: Acervo|

A quebra das patentes de medicamentos contra o vírus da Aids que ainda não podem ser fabricados no Brasil é fundamental para o controle da doença no país, segundo o infectologista Caio Rosenthal, 56, que atende soropositivos em hospitais públicos e privados de São Paulo, como o Instituto Emílio Ribas --referência no tratamento contra a Aids-- e o Hospital Israelita Albert Einstein. Segundo o infectologista, os remédios contra o vírus HIV são vendidos pelas grandes indústrias farmacêuticas a preços cada vez mais altos, e, por isso, o Brasil precisa "tomar uma postura rígida de negociação e enfrentar os grandes laboratórios da indústria farmacêutica internacional, que não cedem nos preços dos medicamentos". Nesse sentido, segundo o médico, é fundamental a quebra das patentes dos remédios que ainda não são produzidos no país. "É preciso quebrar as patentes de todos os medicamentos, para que o governo brasileiro possa produzi-los e deixe de depender da indústria farmacêutica multinacional." Rosenthal explica que no Brasil existe um número crescente de pessoas infectadas pelo HIV, que cria uma demanda cada vez maior de medicamentos distribuídos gratuitamente. "Em 2004, o Brasil reverteu R$ 595 milhões para a compra de medicamentos contra o vírus da Aids de indústrias multinacionais. Em 2005, o número saltou para R$ 1 bilhão", diz. Dos medicamentos utilizados no tratamento da Aids, apenas quatro deles-- kaletra, efavirens, tenofovir e atazanavir-- ainda não são fabricados no Brasil, e consomem 75% do orçamento reservado à compra de remédios. "O tenofovir, por exemplo, que é o medicamento pelo qual o Brasil paga mais caro à indústria farmacêutica, foi descoberto em 1985, e, de lá para cá vem sendo produzido pelo laboratório Gilead, dos Estados Unidos, e vendido a preços abusivos", afirma. Relatório De acordo com dados do relatório anual da Unaids [programa que reúne várias agências da ONU, governos e ONGs que trabalham no combate à epidemia de aids], 40,3 milhões de pessoas estão contaminadas pelo vírus HIV em todo o mundo. No Brasil, estima-se em 600 mil o número de pessoas contaminadas. Rosenthal afirma, no entanto, que o número de casos brasileiros pode ser ainda maior. "No Brasil, os casos ocorridos entre a população pobre, que mora em favelas, em locais onde há pouco acesso, ou até mesmo nas ruas, não são computados pelas autoridades sanitárias", diz. "Por isso, acredito que haja um número um pouco maior de casos". Segundo o relatório de 2005 da Unaids, o número de casos da doença tem aumentado nos países da antiga União Soviética, da região da África Subsaariana, no Caribe, e também no Brasil. "Há uma particularidade em todos esses países, que é o aumento do número de casos entre as classes sociais mais baixas", diz Rosenthal. Pobreza De acordo com o especialista, a constatação não é surpresa. "O mesmo ocorre nos EUA e em outros países de Primeiro Mundo, onde também existem faixas da população que são discriminadas socialmente, que têm baixo nível de informação. Isso acontece em todos os locais do mundo, e essas pessoas ficam mais vulneráveis à infecção pelo vírus do HIV." O relatório deste ano da Unaids aponta que, no Brasil, a parcela da população mais atingida pelo vírus HIV são as mulheres negras e pobres. "Nos outros países, os novos casos acontecem de acordo com características regionais específicas. Nos EUA e nos países do Leste Europeu, por exemplo, a tendência é a diminuição dos novos casos", diz o médico infectologista. Segundo Rosenthal, a Aids vem se transformando em uma doença de grande ocorrência em classes sociais mais baixas. "Isso já era esperado, como aconteceu com outras doenças, como o tifo e a meningite", diz. "O vírus vem se disseminando em locais onde há densidade populacional, pouca informação, baixo nível cultural e pouco poder aquisitivo." Saúde pública No que diz respeito às políticas de saúde pública, Rosenthal afirma que o Brasil está em vantagem em relação a muitos outros países. "O Brasil dá assistência suficiente a todas as pessoas que têm HIV, tanto para as que são sintomáticas quanto para as assintomáticas", diz o médico. O médico diz que, para as pessoas sintomáticas, há muitos hospitais especializados. "Nesta área, o Brasil pode competir com qualquer país de Primeiro Mundo", afirma. Segundo ele, o país também oferece amplo tratamento às pessoas portadoras do HIV que ainda não desenvolveram a doença, e é pioneiro no acesso à medicação. "Todos no Brasil tem direito ao acesso ao tratamento, e isso é algo que acontece na prática". Rosenthal afirma também que se a infecção for descoberta rapidamente já é possível viver bem com o vírus HIV por um longo período de tempo. "Uma vez que a doença for descoberta em tempo hábil para se iniciar um tratamento, a pessoa pode viver décadas, e com qualidade de vida razoável". Para ele o mais importante de tudo é a prevenção: uma vez contaminada, a pessoa deve procurar os serviços de saúde, iniciar um tratamento adequado, tomar os remédios da forma correta e contar com um bom acompanhamento médico.  Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u115823.shtml Consultado em 16/02/2007

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ONGs querem quebra de patente de medicamento contra a Aids

2017-01-10T17:18:27-03:00dezembro 1, 2005|Categories: Acervo|

O Ministério Público Federal e ONGs devem propor nesta quinta-feira ação civil pública na Justiça Federal, com pedido de liminar, para obrigar o governo a quebrar a patente do medicamento contra a Aids Kaletra, fabricado pela Abbott. O objetivo da medida é permitir que laboratórios nacionais produzam uma versão genérica mais barata do medicamento. A Abia (Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids) afirma que, em 2005, só o Kaletra foi responsável por cerca de 30% do orçamento total do programa nacional DST/Aids para medicamentos, do Ministério da Saúde. Os gastos saltaram de R$ 592 milhões em 2004 para R$ 945 milhões neste ano. "Para os proponentes da ação, está em jogo a sustentabilidade do programa brasileiro, modelo internacional na garantia de acesso aos medicamentos e que atende atualmente cerca de 170 mil pacientes. Além disso, também está em jogo a maior efetividade do SUS, já que outras ações de saúde poderiam ser tomadas com os milhões de reais economizados a partir da compra do genérico do Kaletra", diz nota. O ministro da Saúde, Saraiva Felipe, voltou a defender a decisão de não quebrar a patente do medicamento Kaletra. Para ele, além de o fabricante ter aceito o acordo com o Brasil, o que derrubaria o argumento de interesse público para quebrar a patente, como argumentam as ONGs, não havia a garantia de que os laboratórios nacionais poderiam fabricar o remédio. O Ministério Público Federal e as ONGs contestam a informação do ministro sobre a incapacidade dos laboratórios. Ainda segundo elas, o acordo é prejudicial porque impede novas negociações por seis anos. Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u115814.shtml Consultado em 16/02/2007

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Repórter defende quebra de patentes para remédios contra a Aids

2017-01-10T17:18:27-03:00dezembro 1, 2005|Categories: Acervo|

A jornalista Fabiane Leite, 28, do caderno Cotidiano defendeu a quebra de patentes de medicamentos para a Aids para garantir a distribuição gratuita e o barateamento dos custos. Especialista em saúde pública, ela participou de bate-papo nesta quinta-feira, Dia Mundial da Luta Contra a Aids. A quebra de patentes permitiria ao Brasil fazer genéricos dos remédios contra a Aids, mais baratos", disse. A jornalista afirma que o preservativo é, comprovadamente, uma forma de prevenção da doença. "Tanto é que pesquisas do Ministério da Saúde mostram que nos jovens, que usam mais camisinha dos que os mais velhos, os casos de Aids vêm caindo", afirma. Porém, segundo ela, algumas pessoas ainda desconfiam da eficácia. "Mas está provado que, pela camisinha, não passa nada!", afirma. Para a repórter, pessoas que discordam do uso da camisinha prejudicam campanhas contra DST/Aids. "Integrantes da Igreja Católica que fazem um discurso contra a camisinha certamente prejudicam a saúde pública", disse. A jornalista afirma que a qualidade do preservativo distribuído na rede pública têm qualidade confiável. "Todas [as camisinhas] passam por um complicado protesto de testagem, em institutos competentes, segundo as informações disponíveis no Ministério da Saúde." Sobre as esperanças de cura, a jornalista afirma que, apesar de estudos para desenvolver uma vacina, o custo poderá dificultar o acesso. Prevenção A jornalista deixou claro que não existem "grupos de risco", mas "comportamento de risco", como fazer sexo sem camisinha e compartilhar seringas no uso de drogas injetáveis. "Somos todos vulneráveis, independentemente de nossa orientação sexual ou meio de vida", alertou. De acordo com ela, o sexo é a principal forma de contágio no país. Porém, entre os jovens, como conseqüência da informação, os casos de Aids vêm recuando devido ao uso do preservativo. Na avaliação da jornalista, o programa contra a Aids no país ainda precisa ser aprimorado. "[O programa] não tem conseguido, por exemplo, que a epidemia recue entre as mulheres. O aumento de casos na população negra e na faixa dos 40 aos 59 anos também é preocupante. Mas certamente somos o país em desenvolvimento que mais avançou nessa 'luta' nos últimos anos", afirmou. Segundo o UOL, 570 pessoas participaram do bate-papo.  Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u115841.shtml Consultado em 16/02/2007

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novembro 2005

Brasil doa retrovirais a seis países pobres

2016-02-02T20:46:02-03:00novembro 24, 2005|Categories: Acervo|

O Brasil vai enviar medicamentos anti-retrovirais com fórmulas pediátricas a quatro países de língua portuguesa, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, e também à Bolívia e ao Paraguai. A iniciativa faz parte da campanha lançada no Brasil pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e o Ministério da Saúde do Brasil para conter a transmissão da AIDS entre crianças e adolescentes. "É uma campanha pelo futuro de uma geração", afirmou a representante do UNICEF no Brasil, Marie-Pierre Poirier. Segundo a responsável, uma criança menor de 15 anos morre por minuto em todo o mundo devido à AIDS. Mais de dois milhões de crianças são portadores do vírus HIV e cerca de 15 milhões ficaram órfãos devido à pandemia, de acordo com o UNICEF. Segundo Pedro Chequer, do ministério da Saúde do Brasil, a iniciativa terá um impacto significativo na redução de mortalidade causada pela AIDS nesses países. "Nós pensamos que a oferta a esses países de apenas 50 ou 100 tratamentos cria um problema ético sério, até pela dificuldade em escolher os 50 ou 100 que são elegíveis para ser assistidos. Com base nesta premissa decidimos ampliar e fazer cobertura universal e permitir que esses países realmente implementem uma acção compreensiva envolvendo prevenção e assistência. Do ponto de vista de impacto, nós diríamos que a partir dessa acção e como se observou no Brasil anteriormente, também se observará nesses países uma redução da mortalidade por SIDA. Haverá igualmente uma melhoria da qualidade de vida desses pacientes, com reflexos no aumento da esperança de vida", diz Chequer.  Fonte: http://www.onu-brasil.org.br/view_news.php?id=3225 Consultado em 23/02/2007

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outubro 2005

Novo remédio contra AIDS ajuda a combater a Malária

2016-02-02T20:46:02-03:00outubro 30, 2005|Categories: Acervo|

Um novo medicamento elaborado para proteger as pessoas com o HIV/Aids de infecções bacterianas perigosas também pode protegê-las contra a malária, segundo um estudo publicado no website Science and Development Network(SciDev.Net). Combinar tratamentos desta maneira poderia ser uma grande vantagem na África, onde muitas pessoas têm pouco ou nenhum acesso aos remédios para a malária. A equipe africana de pesquisadores diz que embora a droga não deva ser usada separadamente contra a malária, ela poderia salvar as vidas de milhares de africanos infectados com o HIV – especialmente mulheres grávidas – para quem a malária representa um risco de saúde enorme. Os pesquisadores, liderados por Mahamadou Thera na Universidade de Bamako, em Mali, publicaram suas descobertas online no Jornal de Doenças Infecciosas. A equipe conferiu o quanto a droga de preço acessível e amplamente disponível trimethoprim-sulfamethoxazole pôde prevenir a malária em 245 crianças de Mali que não tinham o HIV/Aids. Dois terços das crianças receberam o medicamento por 12 semanas; o outro terço não recebeu nada. A equipe mostrou que das 157 crianças que tomaram o trimethoprim-sulfamethoxazole, apenas uma desenvolveu a malária. Mas das 77 crianças que não tomaram o medicamento, 72 contraíram a malária. As crianças que tiveram acesso ao medicamento também tiveram menos doenças gastro-intestinais que o outro grupo. Um dos pesquisadores, Christopher Plowe, da Universidade da Escola de Medicina de Maryland, com sede nos Estados Unidos, contou ao SciDev.Net que a equipe não defendeu a utilização do trimethoprim-sulfamethoxazole sozinho para prevenir ou tratar a malária na África, particularmente pelo temor de criar mais resistência aos medicamentos. Entretanto, ele disse que e evidência da equipe sugere que as preocupações sobre resistência à droga não evitaria o uso amplamente difundido do trimethoprim-sulfamethoxazole nos portadores do HIV. Espera-se que a Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgue em breve um manual para a utilização do medicamento na África. Enquanto isso,. Cientistas de laboratórios australianso dizem que descobriram outras drogas que podem frear tanto o HIV como a malária. Pesquisadores do Instituto Queensland de Pesquisa Médica estimaram o efeito de seis drogas comumente usadas contra o HIV sobre o parasita da malária - Plasmodium falciparum – em testes laboratoriais. Três dos medicamentos impediram o parasita de crescer, ao passo que três não tiveram efeito. As drogas bloquearam uma molécula importante do parasita e foram eficazes contra os parasitas da malária que são resistentes as drogas usadas atualmente, segundo um estudo no Jornal de Doenças Infecciosas. As drogas atualmente não fazem parte do tratamento de primeira linha do HIV nos países em desenvolvimento,” afirmou Stephen Rogerson, um pesquisador de malária da Universidade de Melbourne. “Por duas razões: custo e, em muitos casos, a necessidade de armazenamento das drogas em lugares frios.” No entanto, Rogerson contou ao SciDev.Net que “uma evidência crescente mostra que as pessoas infectadas dom o HIV respondem menos à terapia padrão de malária,’ sugerindo a necessidade de uma nova classe de medicamentos anti-malária especificamente para aqueles com o HIV. Embora os pesquisadores de Queensland não acreditem que estas drogas seriam a primeira escolha para tratar inicialmente os pacientes de malária, eles acham que identificaram uma fenda na armadura do parasita que poderia ser explorada para o desenvolvimento de novos remédios. Os pesquisadores dizem que não estão certos exatamente como as drogas agem contra o parasita da malária. Uma teoria que eles propõem é que os medicamentos inibem uma enzima que o parasita usa para digerir a hemoglobina, o pigmento do sangue humano que permite o transporte do oxigênio. O próximo passo, eles dizem, é testar estes resultados em pacientes que têm tanto o HIV como a malária para determinar como os medicamentos funcionam quando combinados com outros. (Tradução de Maurício Barreira) Fonte: http://www.agenciaaids.com.br/noticias-resultado.asp?Codigo=3910 Consultado em 15/02/2007

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Ativistas dizem que o acordo com o laboratório Abbott não é a solução para a acessibilidade aos remédios e para o programa de aids brasileiro. Seguem defendendo o licenciamento compulsório

2016-02-02T20:46:02-03:00outubro 4, 2005|Categories: Acervo|

O acordo fixado entre o Ministério da Saúde e o laboratório norte-americano Abbott, que reduz o preço pago pelo Brasil do anti-retroviral Kaletra, de US$ 1,17 para US$ 0,63, não agradou ativistas do país. Anunciado na última segunda-feira, 3, na entrega do Primeiro Prêmio Nacional CEN Aids pelo ministro Saraiva Felipe, o acordo diminui o preço em quase 50%, mas não prevê transferência de tecnologia para a produção nacional do medicamento. Os ativistas do movimento de luta contra a Aids não vêem o acordo como uma solução definitiva, mas sim, como uma ação paliativa. A presidente do Fórum ONG/Aids da Paraíba, Elaine Bezerra, acredita que o governo quer, com o acordo, agradar aos dois lados, tanto o movimento social quanto o governo dos EUA. “Foi uma boa solução no ponto de vista político e do governo, porém não faz enfrentamento com os EUA e tenta agradar o movimento social”, afirmou Elaine. Para a presidente do Fórum ONG/Aids do Espírito Santo, Hélia Mara de Deus, a medida é paliativa. Ela ressaltou que só o licenciamento compulsório seria a solução. “A gente luta pela quebra de patentes. Queremos acreditar que isso é só uma medida paliativa. Até quando temos que ver eles reduzindo preços, sem tomar decisões e ações diretas?”, indagou Hélia Mara. Não tão incisivo, o presidente do Fórum ONG/Aids de Pernambuco, Wladimir Reis, defendeu o licenciamento compulsório, mas afirmou que a redução do preço é importante. “Acreditamos que uma ação mais direta venha. O licenciamento compulsório impulsionaria mais ainda o programa de Aids brasileiro, tão famoso lá fora. Com o licenciamento poderíamos fazer com que países mais pobres tenham um acesso melhor aos medicamentos”, afirmou. Wladimir ressaltou ainda a necessidade de um monitoramento dos medicamentos anti-aids que tiveram suas patentes vencidas e que já são produzidos no país. Segundo ele, é preciso verificar a razão da diferença do preço entre os medicamentos brasileiros e indianos. “É necessária uma avaliação periódica e sempre analisando a qualidade dos produtos fabricados no Brasil e na Índia. Além de descobrir o porquê da diferença do preço”, disse. Para o presidente do Fórum de ONG/Aids do Estado de São Paulo, Rubens Duda, o ministro da Saúde deveria consultar a sociedade civil antes de fechar o acordo com o laboratório. Caso o acordo não seja satisfatório, Duda assegurou que o fórum entrará com ação no Ministério Público, pois "não vai admitir que a luta contra Aids seja prejudica", disse. E acresentou: "estamos apreensivos. O tigre, além de estar sem dente, está cego porque está com fumaça nos olhos". Quando questionados sobre a capacidade dos laboratórios nacionais de produzirem os medicamentos no país, os três presidentes do fórum, apesar de não serem especialistas no assunto, concordam que o Brasil tem capacidade de produzir os anti-retrovirais. “Pelos debates do movimento, existe condição do Brasil produzir os medicamentos”, afirmou Elaine Bezerra. Para Wladimir Reis, que faz parte do comitê da vacina, só vale a pena se os produtos forem de qualidade e com preços bem acessíveis. “Os laboratórios colocam-se capazes de produzir os medicamentos com a qualidade necessária, mas tem que ser com preços acessíveis”, concluiu. Fonte: http://www.agenciaaids.com.br/noticias-resultado.asp?Codigo=3733 Acessado em 01/12/2006

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Governo e Abbott se preparam para fechar acordo sobre Kaletra

2016-02-02T20:46:02-03:00outubro 4, 2005|Categories: Acervo|

Preço oferecido pelo laboratório para o antiaids é menor que o apresentado em negociações com ex-ministro. Depois de vários meses de negociação, um trato feito e, logo depois, desfeito, o Ministério da Saúde anuncia estar próximo de um acordo sobre o preço do antiaids Kaletra, do Laboratório Abbott. Ontem, o ministro da Saúde, Saraiva Felipe, informou que o novo contrato com o fabricante está prestes a ser formalizado. E, com ele, fica descartada a necessidade de quebra de patente do remédio, um dos mais caros anti-retrovirais usados no País. A convicção do ministro tem como ponto de partida o preço oferecido pelo Abbott para a unidade do medicamento: U$ 0,63, quase metade do US$ 1,17 pago atualmente. O comunicado sobre o acordo era esperado para ser feito ontem mesmo, durante a entrega do 1º Prêmio Nacional CEN aids no Mundo do Trabalho, em São Paulo. Mas Saraiva Felipe informou ser necessário ainda discutir alguns pontos importantes, que, segundo ele, envolvem a 'própria soberania nacional'. Entre elas, a imposição de que o governo não possa questionar o laboratório em nada, em qualquer momento. Apesar de o impasse envolver uma questão tão importante, o ministro dá como certo o contrato. Saraiva Felipe estima que o acordo seja assinado amanhã. Ele passaria a vigorar a partir de março. O contrato em vigor tem validade até fevereiro. Para especialistas, o desfecho rápido já era esperado, por causa do estoque. Pelos cálculos feitos pelo governo, a redução do preço do Kaletra pode trazer uma economia para o Programa Nacional de DST-aids de US$ 339,5 milhões, até 2011, data prevista para o fim do contrato. Neste ano, estima-se que 23.400 pessoas façam uso do Kaletra, um número 246% superior ao registrado em 2002, quando o medicamento entrou no País. Neste período, os custos com a compra do medicamento subiram de US$ 35,2 milhões para US$ 91,6 milhões. GARANTIAS Além da redução de preço, a proposta do Abbott prevê a continuidade do programa de doação do Kaletra infantil e a garantia de que a nova formulação do Kaletra - o Meltrex - seja vendida com acréscimo de 10% sobre os US$ 0,63. O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério, Jarbas Barbosa, afirmou que o acordo não faz referências sobre transferência de tecnologia. Ele disse, ainda, que não há imposições do laboratório sobre o consumo de medicamentos no País. 'Nossa previsão é de que haja um aumento de 6 mil pacientes por ano. Mas, se por algum motivo, quisermos reduzir drasticamente o consumo, o preço será mantido.' Em contrapartida, não haverá desconto no caso de o remédio ter um crescimento acima do planejado. O valor de US$ 0,63 ofertado pelo laboratório Abbott é menor do que o exigido em junho pelo então ministro da Saúde, Humberto Costa: US$ 0,69. Na época, Costa havia afirmado que, caso o preço não fosse atendido, o governo recorreria à licença compulsória. Uma negociação foi iniciada e, no dia em que deixou o cargo, um acordo foi anunciado. Na época, não foi informado qual o valor unitário do medicamento. O ministério dizia apenas que haveria uma redução paulatina do preço, acompanhada de um aumento de remédios vendidos e uma transferência de tecnologia, mas que seria realizada às vésperas do fim da patente do Kaletra. O Abbott encarregou-se de desmentir as condições do acordo. Especialistas e ONGs não pouparam críticas ao resultado final. Logo ao assumir, o ministro Saraiva Felipe desmentiu o trato. Disse que não havia nada formalizado e novas discussões foram abertas. Neste meio tempo, laboratórios oficiais, que ficariam encarregados de produzir o medicamento, garantiram que poderiam reduzir ainda mais o preço: de US$ 0,69 para US$ 0,41. 'Mas até hoje, eles nunca comprovaram como chegariam a tal valor', disse Barbosa. Consultor-sênior do Programa Estadual de DST-aids, e um dos responsáveis pela aceitação do conceito de que medicamento não é mercadoria, Paulo Teixeira não quis comentar o eventual acordo. 'É preciso ver os detalhes antes.' Como exemplo, ele cita o acordo feito por Costa, 'anunciado como grande avanço, mas que, na verdade, seria péssimo para o País'. E faz um apelo ao Ministério da Saúde: tornar pública a proposta antes de o acordo ser formalizado. 'O preço, por si só, pode ser bom. Mas pode haver exigências descabidas.' Fonte: http://www.agenciaaids.com.br/noticias-resultado.asp?Codigo=3730 Acessado em 01/12/2006

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