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fevereiro 2004

Cipla to ship AIDS drugs to Malaysia in 2 months

2017-01-10T17:18:29-03:00fevereiro 27, 2004|Categories: Acervo|

CIPLA Ltd expects to ship its consignment of anti-AIDS drugs or anti-retrovirals (ARV) to Malaysia in a couple of months, the Joint Managing Director of Cipla, Mr Amar Lulla, told Business Line. This follows the issuance of a compulsory licence by the Malaysian Government for the supply of ARVs to Government-run or public hospitals in Malaysia. The ARVs that Cipla will be exporting are generic or chemically-equivalent versions of Didanosine 100 mg and 25 mg tablets, produced originally by Bristol-Myers Squibb (BMS) and Zidovudine 100 mg capsule and the combination drug Lamivudine 150 mg + Zidovudine 300 mg tablet -- both from GlaxoSmithKline (GSK). Unwilling to divulge the size of the order, Mr Lulla said that it was a "significant" order. But, the royalty to be paid to the original patent-holders of these drugs, i.e. BMS and GSK, is yet to be worked out. "The payment of compensation shall be made to the patent holder(s) within two months of each import of the said drugs. The rate of compensation is to be determined at a later date," industry sources familiar with the development said. However, Mr Lulla said that the royalty issue would be taken care of by the Malaysian Government and it would not stop Cipla from going ahead with its supplies. The authorisation is valid for two years, commencing November 2003, and analysts said that Cipla's execution of the order would be closely watched by other countries and companies. "If the royalty issue is resolved and Cipla is able to supply soon enough, then more countries would be encouraged to adopt similar measures. It is possibly the first compulsory licence issued by any Government after the August 30, 2003, decision on Para 6 and it could provide an interesting test case to assess whether the decision is workable or needs modification," observe industry analysts. Trade negotiations last year had allowed countries to issue compulsory licenses in the event of public health emergencies and the onus was on local governments to decide what was a health emergency that was serious enough to invoke a compulsory licence. A compulsory licence allows a country to over-ride an existing drug patent and get other companies to supply the same drug at a cost decided upon by the Government. A royalty payment was to be made to the innovator company, whose patent would be "broken" when a compulsory licence was issued. However, the issue has always generated debate, since generic companies felt that governments would use it to haggle over price. Multinational pharma companies felt that the triggers for governments to issue a compulsory licence were too low and that generic companies would, in fact, divert the drugs into other high-margin markets. Trade bodies had tried to address some of these issues by asking generic companies to package their drugs and colour them differently, so that they could not be sold in the open market or diverted to other regions. And while Cipla may have undertaken a similar order to Nigeria in 2001, the present order generates interest also because it comes at a time when the Indian Government is trying to get its act together on working out similar procurements to supply ARVs to HIV/AIDS patients in the country, observe analysts. Fonte: http://www.thehindubusinessline.com/2004/02/28/stories/2004022801040200.htm Acessado em 30/11/2006

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janeiro 2004

Em nome da vida

2017-01-10T17:18:29-03:00janeiro 31, 2004|Categories: Acervo|

Num ataque sem precedentes à indústria farmacêutica mundial, o Vaticano acusou os grandes laboratórios internacionais de promoverem um "genocídio" ao impedir, na prática, que muitos pacientes de Aids de países pobres tenham acesso aos medicamentos que permitem controlar a moléstia. Nas palavras do padre Angelo D'Agostino, que alia a condição de jesuíta à de médico, a ação dos cartéis das empresas farmacêuticas, que se negam a tornar acessível o preço dos remédios, tendo auferido lucros, em 2002, de US$ 517 bilhões, "é genocida". Embora a acusação venha num tom de arroubo retórico, a Santa Sé está certa em pressionar a indústria farmacêutica. Não há dúvida de que laboratórios, até para efeitos de imagem no Primeiro Mundo, poderiam desenvolver uma política mais flexível para os impactos da Aids no Terceiro Mundo, em especial na África. Os números consolidados do continente são aterradores. A África subsaariana abriga entre 25 milhões e 28 milhões de portadores do HIV. Dos 3 milhões de óbitos mundiais registrados em 2003, 2,3 milhões ocorreram na região. Vale observar que os laboratórios relutam em baixar o preço das drogas para a África por temer que os remédios mais baratos sejam contrabandeados e depois revendidos na Europa e nos EUA. Estão, assim, corretas e são bem-vindas as críticas da Igreja Católica aos laboratórios. A guerra contra a Aids, porém, se trava em dois campos: tratamento e prevenção. E, no que diz respeito à prevenção, as posições defendidas por Roma, notadamente a condenação do uso de preservativos, são indefensáveis. O Vaticano poderia auxiliar de forma mais direta as populações de países pobres se aceitasse que, ao menos "in extremis", o preservativo é uma alternativa legítima, como, aliás, já defendem alguns sacerdotes.  Fonte: http://clipping.planejamento.gov.br/Noticias.asp?NOTCod=103641 Consultado em 13/02/2007

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Vaticano critica duramente a indústria farmacêutica mundial

2016-02-02T20:46:09-03:00janeiro 29, 2004|Categories: Acervo|

CIDADE DO VATICANO (AFP) - O Vaticano fez um ataque sem precedentes contra a indústria farmacêutica mundial esta quinta-feira, acusando-a de cometer um "genocídio" contra os doentes de Aids nos países pobres. Além disso, pediu uma pressão internacional para obter a redução dos preços dos medicamentos para essa doença. "Mais de 400 pessoas morrem todos os dias no Quênia em decorrência da Aids. A ação dos cartéis das empresas farmacêuticas, que se recusam a tornar acessíveis os preços dos medicamentos de combate a Aids na África, ao mesmo tempo em que tiveram um faturamento de 517 bilhões de dólares em 2002, é genocida", declarou o jesuíta americano Angelo D'Agostino durante uma entrevista coletiva no Vaticano. "É um problema moral que demonstra a falta de consciência social das empresas capitalistas, que poderiam salvar 25 milhões de pessoas soropositivas que vivem na África e que correm o risco de morrer por causa da Aids", afirmou o religioso, médico de profissão e que mora no Quênia. O ataque, agressivo e pouco comum do Vaticano coincidiu com a apresentação oficial da mensagem do Papa João Paulo II para a Quaresma, dedicada este ano às crianças profundamente feridas pela violência dos adultos. O arcebispo Paul Josef Cordes, presidente do Conselho Pontifício 'Cor Unum', entidade responsável pela caridade na Igreja Católica, também criticou a indústria farmacêutica mundial e pediu maiores pressões da comunidade internacional para forçar uma redução dos preços dos medicamentos de combate a Aids. "Esses meninos (infectados com a Aids) morrem porque não recebem os remédios. É preciso fazer uma verdadeira pressão pública para convencer as empresas farmacêuticas a reduzir o preço dos medicamentos para curar as vítimas da Aids", afirmou o religioso. Cordes lembrou que existem 2,5 milhões de crianças afetadas pela doença no mundo e que quase 500.000 morreram no ano passado por causa da Aids, a maioria delas na África. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), 11 milhões de crianças africanas ficaram órfãs por causa da epidemia. Um estudo do BID e da ONUAIDS calcula que mais de dois milhões de pessoas são portadoras do vírus na América Latina e Caribe, e que a região precisa investir nos próximos quatro anos mais de 1,5 bilhão de dólares em prevenção e tratamento. O ataque do Vaticano à indústria farmacêutica mundial não modifica a posição oficial da Igreja Católica sobre a Aids. A Igreja continua considerando a abstinência sexual o melhor remédio contra a doença e condena o uso do preservativo, o que já lhe valeu várias críticas, inclusive da OMS. João Paulo II também denunciou as violências cometidas contras as crianças, como os abusos sexuais, a iniciação à prostituição, a utilização em tráficos ilegais e no consumo de drogas. O Sumo Pontífice também mencionou os meninos soldados que são recrutados para combater, as crianças abaladas pela desagregação familiar e as que são usadas para o "horrendo tráfico de órgãos de seres humanos". O Papa pediu a todos os católicos que durante a Quaresma, os 40 dias de penitência e oração que antecedem a Páscoa, que este ano começa no dia 25 de fevereiro, dêem mais atenção às crianças, que são o futuro da humanidade. Fonte: http://www.aegis.com/NEWS/AFP/2004/AF040184_PT.html Consultado em 13/02/2007

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US firm seeks license for Pfizer, Abbott drugs

2016-02-02T20:46:09-03:00janeiro 28, 2004|Categories: Acervo|

WASHINGTON (Reuters) - A nonprofit company will ask the U.S. government Thursday to grant licenses for production of cheaper, generic versions of an AIDS drug and a blockbuster glaucoma medicine that are still protected by patents. Washington-based Essential Inventions Inc. said the drugs, Abbott Laboratories Inc.'s AIDS medicine Norvir and Pfizer Inc.'s glaucoma treatment Xalatan, were developed with support from taxpayer funds and now are being sold at unreasonable prices. The nonprofit firm, founded this month by consumer activist James Love, will file complaints to Health and Human Services Secretary Tommy Thompson alleging "abusive prices of government-funded medicines," according to a statement posted on the Web site of the Consumer Project on Technology, headed by Love. Essential Inventions says the health secretary, under the 1980 Bayh-Dole Act, can provide licenses to other producers of patented medicines when needed for public health, or because the patent holder has failed to make the product available on reasonable terms. Norvir, known generically as ritonavir, is a protease inhibitor used to fight the HIV virus that causes AIDS. Last December, Abbott raised Norvir's price five-fold to nearly $8,000 a year for a 200-milligram "booster" dose used to make other AIDS drugs more effective, Essential Inventions said. Xalatan is the world's best-selling treatment for glaucoma, which can cause blindness. Sales in 2003 topped $1 billion. The drug's U.S. price generally is between two and five times higher than prices in Canada and Europe, Essential Inventions said. One U.S. pharmacy sells Xalatan for $60 for a four-to-six-week supply. Spokespeople for Pfizer and Abbott were not immediately available for comment. Development of both drugs was supported in part by grants from the federal National Institutes of Health. A spokesman for Thompson did not immediately respond to a request for comment. The nonprofit firm said it has suppliers ready to manufacture generic versions of Norvir and Xalatan, known generically as latanoprost, at "highly reduced" prices to U.S. consumers. The company's request will ask the health secretary to require any generic producers to contribute to funds for new medicine development, a move aimed at relieving concerns that generic competition would drain the research budgets of brand-name drug makers. Copyright 2004, Reuters News Service  Fonte: http://www.forbes.com/markets/newswire/2004/01/28/rtr1232471.html Acessado em: 28/11/2006

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País terá desconto de 37% em remédio antiaids

2016-02-02T20:46:09-03:00janeiro 16, 2004|Categories: Acervo|

O Ministério da Saúde anunciou ontem um acordo com laboratórios para a redução de preços de cinco medicamentos usados no tratamento de aids. Com as negociações, haverá abatimento de 37% no valor pago este ano na compra dos remédios, o que representa economia de R$ 299 milhões. "Foram negociações duras, mas satisfatórias", afirmou o ministro da Saúde, Humberto Costa. No início dos entendimentos, em agosto, o ministério havia reivindicado uma redução média de 40% no preço dos medicamentos Efavirenz (da Merck Sharp Dohme), Lopinavir (da Abbott) e Nelfinavir (da Roche), responsáveis por 63% dos custos da terapia anti-retroviral. Durante as negociações, o Ministério da Saúde chegou a ameaçar os laboratórios com a licença compulsória dos medicamentos. Usada em casos de ameaça à saúde pública, a licença permite que um país passe a produzir um medicamento que ainda seja protegido por patentes, mediante o pagamento de royalties. O desconto obtido dos três fabricantes foi menor do que o reivindicado. Em novembro, o governo fechou o acordo sobre o Efavirenz, que permitiu redução em 25% dos preços. Os demais foram fechados em dezembro e este mês. O menor índice de abatimento ocorreu com o Nelfinavir: 10%. No caso do Lopinavir, a redução chegou a 13,3%. Em compensação, outros dois acordos, com a Bristol (fabricante do Atazanavir) e a Gilead (Tenofovir), trouxeram economia significativa, de 76,% e 43,35%, respectivamente. Costa justificou o acordo com a Roche afirmando que, além do desconto, ficou acertada a doação de medicamentos antiaids de uso infantil e a substituição de remédios em estoque cujo prazo de validade está para vencer. Segundo o ministro, caso houvesse a importação de genéricos do Nelfinavir, a economia seria relativamente pequena, de R$ 11 milhões, o equivalente a 2% do que é gasto em todo o programa. Diante do resultado das negociações com outros laboratórios, o governo julgou melhor aceitar a oferta. No caso do Lopinavir, integrantes do ministério admitiram que as negociações chegaram a ser suspensas. Isso ocorreu porque o governo perdeu poder de pressão ao descobrir que os remédios importados não tinham padrão de qualidade adequado. Despesas - Costa disse que, caso as negociações não tivessem sido realizadas, o gasto com terapia anti-retroviral este ano seria de R$ 807 milhões. Com o acordo, será de R$ 508 milhões, o que representa queda de 50% no valor médio gasto por paciente em relação a 1999. O governo gastou em 1999 R$ 8.500 por paciente. Em 2004, o valor médio deverá ser de R$ 3.400. Mesmo com o acordo, o País vai continuar investindo na produção de medicamentos contra a aids, doença que vem sendo mantida no País dentro de índices razoavelmente baixos, graças à política de auxílio aos portadores do HIV com medicamentos do coquetel, desde a gestão do ministro José Serra na Saúde, durante o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso. Além desse acordo, o ministério continua as negociações para a obtenção da licença voluntária que permitiria a produção do Efavirenz em laboratórios públicos. Fonte: http://www.crmariocovas.sp.gov.br/noticia.php?it=4586 Acessado em 01/12/2006

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dezembro 2003

Glaxo, Boehringer cut a deal on Aids drugs

2017-01-10T17:18:29-03:00dezembro 11, 2003|Categories: Acervo|

Pretoria - GlaxoSmithKline and unlisted German drug maker Boehringer Ingelheim had agreed to allow the widespread manufacture of cheap generic versions of their patented Aids drugs in South Africa, they said yesterday. In an out-of-court settlement with Aids activists, the firms said they would grant more licences to generic firms to produce and import antiretroviral drugs, which fight the spread of HIV. Bloomberg reported that Glaxo, based in the UK, would let the manufacturers make the antiretrovirals for a fee of 5 percent of sales, instead of the 30 percent rate it had charged local manufacturer Aspen Pharmacare in a current agreement, the Competition Commission said. The commission said it was in talks with Boehringer Ingelheim about a similar agreement. The deal comes after the Competition Commission in October found the firms guilty of anti-competitive behaviour over the sale of Aids drugs and recommended to the Competition Tribunal that they be fined and required to allow the manufacture of generics. The commission said yesterday it would not fine Glaxo for anti-competitive behaviour and was discussing a similar agreement with Boehringer. South Africa has more people living with HIV/Aids than any other country - an estimated 5.3 million, equal to 13 percent of the world's infected. Last month the government approved a national drug treatment programme to tackle the spread of Aids, finally bowing to pressure to act against an epidemic killing an estimated 600 South Africans each day. This has yet to be implemented. The commission said the deal with Glaxo, which ends a year-long probe, had produced the desired outcome. "The introduction of generic substitutes should result in a drastic reduction in the prices of antiretroviral drugs," said competition commissioner Menzi Simelane. "We are pleased with the decision," Glaxo's senior vice-president, Peter Bains, said in a statement. A Glaxo spokesperson in London said the company - the world's biggest maker of Aids drugs - would extend to other firms a voluntary licence it granted to Aspen Pharmacare in October 2001 for the production of antiretrovirals. Thembalami Pharmaceuticals, a joint venture between Adcock Ingram and India's Ranbaxy Laboratories, has already been offered another licence. Glaxo would consider applications for another two licences for the manufacture of copies of its drugs AZT and lamivudine. The company said it would consider imports to South Africa if this was not practical. Boehringer would grant three licences for the production and import of nevirapine, the drug used to prevent transmission of the HIV virus from mothers to children - the first of which has already gone to Aspen. Aspen lost 10c to R12.55 yesterday.   Fonte: http://www.busrep.co.za/index.php?fSectionId=563&fArticleId=306011 Acessado em 30/11/2006

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Governo pode quebrar patente de remédio anti-Aids

2016-02-02T20:46:09-03:00dezembro 8, 2003|Categories: Acervo|

O ministro da Saúde, Humberto Costa, anunciou ontem que o governo está muito próximo de quebrar a patente do medicamento Nelfinavir, um antiretroviral usado no tratamento da Aids e que compõe o coquetel de combate à doença. O remédio é fabricado pelo laboratório suíço Roche. O ministro criticou a empresa: "A empresa tem se mostrado absolutamente inflexível na negociação. A Roche colabora muito pouco com o Brasil na política de saúde. E também temos muitos problemas com o medicamento deles para combater a hepatite C." Se o governo tomar essa medida, será a primeira vez que a patente de um medicamento contra a Aids será quebrada no Brasil. Em 2000, o então ministro da Saúde, José Serra, também ameaçou quebrar a patente do mesmo remédio, mas um acordo com a empresa evitou a medida. O governo paga hoje US$ 0,52 por cápsula de Nelfinavir. A empresa admite apenas uma redução de 5% a 9%. O ministro informou que, se a patente for quebrada, o preço do medicamento pode cair até 30%. Para o governo tomar essa decisão, será necessário apenas um decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 'Quebrar a patente não é nossa prioridade' Em agosto passado, Humberto Costa ameaçou quebrar a patente não só do Nelfinavir mas também de outros dois remédios do coquetel antiaids, o Lopinavir e o Efavirenz. Ontem, porém, o ministro disse que já houve acordo com os outros laboratórios e que, agora, o Nelfinavir é o único problema. "Quebrar a patente não é nossa prioridade. Espero que a Roche recue e negocie conosco", disse o ministro. Segundo ele, um acordo com o laboratório Bristol permitirá que o Atazanavir, que passa a integrar o coquetel ainda este ano, chegará ao país com uma redução de 75% do preço. Outro acordo foi com a Merck, que irá permitir a produção no Brasil do Efavirenz. O ministério ainda discute preço com o laboratório Abbot, que produz o Lopinavir, também do coquetel. Esses três medicamentos correspondem a 65% das despesas do Ministério da Saúde com a Aids, que chegam a R$ 550 milhões por ano. 'A discussão com a empresa chegou ao limite' O nome técnico da quebra de patente é licença compulsória, medida que vai permitir a fabricação do remédio no Brasil. O coordenador do programa nacional de Aids, Alexandre Grangeiro, disse que o o Far-Manguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz, no Rio, tem condições de produzir o remédio. "A discussão com a empresa chegou ao limite. Não avança. Ou sai o acordo ou o decreto será baixado ainda este ano" disse Grangeiro. Ontem, a Roche informou que está empenhada em chegar a um bom termo nas negociações para uma nova redução no preço do Nelfinavir. E informou que já baixou em 66% o preço de seus medicamentos. A empresa confirmou que propôs uma redução de 5% nos preços do Nelfinavir. O acordo da Roche com o governo de fornecimento destes medicamentos para distribuição na rede pública de saúde expira no fim deste mês. Acordo fechado este ano na OMC permite medida O governo firmou este ano um acordo com a Organização Mundial do Comércio (OMC), permitindo a importação de medicamentos genéricos mais baratos para países pobres ou que não tenham capacidade produtiva. Com a decisão da OMC, ficou livre o caminho para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinar o decreto permitindo a importação dos medicamentos de combate à Aids. O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Jong Wook-Lee, elogiou ontem a política de combate à Aids do governo brasileiro. O diretor afirmou que o programa é um exemplo para os países em desenvolvimento. Wook-Lee está no Brasil para conhecer de perto o programa de Aids e fazer parcerias com o Ministério da Saúde. "O governo brasileiro faz um trabalho excelente no combate ao HIV. É uma experiência relevante" disse. O ministro Humberto Costa disse que, na área de combate à Aids, o governo tem projetos de cooperação com dez países: "Não queremos exportar para ganhar dinheiro. Vendemos a preço de custo, mas, infelizmente, é impossível distribuir de graça esses remédios."  Fonte: http://licitacao.uol.com.br/notdescricao.asp?cod=228 Consultado em 01/03/2007

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At last, generic anti-AIDS medicine for sub-Saharan África

2016-02-02T20:46:09-03:00dezembro 1, 2003|Categories: Acervo|

Though it received less media attention than the “Pretoria trial” in 2001, another court case had, until this month, been going on for a year in South Africa, pitting pharmaceutical companies against anti-AIDS campaigners. On 9 December it ended in the signing of an historic agreement between the two parties, opening the gates for generic anti-AIDS medicine to be made available across sub-Saharan Africa. GlaxoSmithKline (GSK) and Boehringer Ingelheim (BI), the two pharmaceutical giants involved in the case, between them hold the patents for the three antiretrovirals that make up the most commonly prescribed (especially by Médecins sans Frontières [MSF]) treatment for AIDS in Africa: AZT and lamivudine (GSK), and nevirapine (BI). Under the new agreements, producers of generic medicines will swiftly be granted licences to make and distribute these three compounds, subject to “reasonable” conditions - royalties payable to the patent-holders will not exceed 5% of the net sale price. These licenses will be “voluntary”, which saves the pharmaceutical companies the humiliation of having states issue decrees or pass requisition laws in the form of “compulsory” licenses, and should mean the medicines are made available to patients more quickly. The agreements also provide for the producers of generic medicines to make, export, market and distribute their versions of the compounds in the 47 other countries of sub-Saharan Africa (1). This is a crucial point - it had caused World Trade Organisation negotiations on the subject to break down two years running. This applies both to the public and private sectors, and to adults’ and children’s versions of the medicines. These agreements thus validate the suggestion made to the South African government by the Clinton foundation on 23 October, that generic treatments should be available at $140 per patient per year, extending the principle to the entire region in quite spectacular fashion. It is a huge step forward: as recently as 1999, Bill Clinton’s vice-president, Al Gore, was attacked as one of the staunchest supporters of the corporations in their uncompromising stance against South Africa - and in those days brand name medicines cost $10,400 a year. Finally, the generic producers will be allowed to combine the compounds, with each other or with other products, producing fixed-dose pills. This reduces the risk of resistant virus strains appearing (2) and is therefore an important innovation in treatment. Paradoxically, this will (at first) only be available in sub-Saharan Africa. Are we at last witnessing an armistice in the “patents war” underway since the 1996 Vancouver conference, which had simultaneously brought to light both the huge hope combination therapy offered AIDS sufferers, and the gulf separating those in the North, who could pay for the expensive treatment, and those in the South, who couldn’t even afford to treat the opportunistic infections associated with AIDS. This is not the place to list the dates - though such a chronology is certainly needed - of all the negotiations, grassroots actions, and court cases where those who would defend patents at all costs faced down those who would give priority to saving lives, in what is the most horrifying pandemic since the black plague. Nathan Geffen, national director of the Treatment Action Campaign (TAC) in South Africa, is jubilant. He says: “Today, 10 December, is International Human Rights Day. It is also TAC’s 5th birthday. With the announcement of the South African government treatment plan a few weeks ago and this agreement today, there is real hope for people with HIV/AIDS, their friends and family in the months ahead that they can get life-saving medicines. Five years of struggle are resulting in the rights of people with HIV/AIDS being realised.” TAC was instrumental in ensuring that the 9 December agreements included all 47 sub-Saharan African countries - a further sign that a new internationalism is emerging to fight the parallel globalisations of the epidemic and of intellectual property rights. However, various questions remain unanswered. Speaking from Geneva, Ellen ’t Hoen of MSF’s campaign for access to essential medicines refers to TAC’s strategy in bringing the negotiations to an end. “The beauty of the compulsory licence is that you’re no longer dependent on the will of the company to cooperate,” she notes. “But if this is carried out as TAC has it, every generic manufacturer can enter the market, and that’s good news for South Africa and all of sub-Saharan Africa. Now the Medicines Control Council [South Africa’s regulatory body for medicines] should fast-track the approval of three-in-one pill pre-approved by the World Health Organisation. And we need to make sure that GSK and BI do not apply delaying tactics - but the eyes of the world are once again turned on them, and they know that the legal case can be reactivated if they don’t comply.” The 9 December agreements only apply to three compounds and two manufacturers. Now, “triomune for all” (triomune is nevirapine and lamivudine mixed with stavudine (3) and produced by the Indian generic manufacturer Cipla) is no panacea, though it is a very important tool of initial treatment. Other patent-holders must join the movement swiftly in order for the victims of resistant strains or opportunistic infections to be cured. Moreover, the geography of the epidemic is not restricted to sub-Saharan Africa. Alarming figures coming out of Asia, the Eastern European countries, North Africa and Latin America show that there are still mountains to be moved. But, though this battle is far from being the end of the war on AIDS, it does teach us one thing: as Nathan Geffen told Le Monde diplomatique, it is not just necessary to move these mountains; it is possible to move them, one by one. “The entire Competition commission process, from the initial complaint through to the settlements, demonstrates that activists can combine pressure through demonstrations and litigation to achieve fair and just objectives.” This victory should help to alleviate the feeling of powerlessness that we all sometimes feel when faced with the scale of this health catastrophe. Fonte: http://mondediplo.com/2003/12/19aids Acessado em 30/11/2006

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novembro 2003

New anti-HIV drug deal for Brazil

2017-01-10T17:18:29-03:00novembro 18, 2003|Categories: Acervo|

Protesters around the world have called for cheaper drugs The Brazilian Government says it has secured another big price cut on a key drug for treating Aids patients. The deal to buy Efavirenz from the Merck pharmaceutical company at 25% off will save the country $10m a year. Last week, Brazil announced that it had negotiated a 76% reduction in the price of another drug, Atazanavir. Brazil has spearheaded an international campaign to force down the price of anti-retroviral medication, which it offers free to patients. The number of Aids-related deaths in Brazil has fallen by half since the government began free distribution of the drugs in 1997. Brazil has put pressure on pharmaceutical companies to reduce their drug prices by threatening to make generic copies locally if they do not oblige. Drug cocktail The health ministry in Brasilia said it had reached the agreement with Merck to buy Efavirenz at a discount after long negotiations. Efavirenz accounts for nearly one-fifth of the money that Brazil spends on its cocktail of 15 anti-Aids drugs. The announcement comes less than a week after the ministry concluded a deal with Bristol-Myers Squibb to buy Atazanavir at 76% off, representing a saving of more than $60m a year. The health ministry said it was continuing talks with two other drug companies in an effort to negotiate further price reductions. These are Roche, which produces Nelfinavir, and Abbott, which manufactures Lopinavir. Last month, the Brazilian Government launched a national campaign to encourage more people to take HIV tests. It is estimated that 600,000 Brazilians are HIV-positive, but two-thirds of them are carrying the virus without realising it.  Fonte: http://news.bbc.co.uk/1/hi/world/americas/3281683.stm Acessado em 01/12/2006

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outubro 2003

Remédios contra Aids já conseguem reconstituir sistema imunológico

2017-01-10T17:18:29-03:00outubro 30, 2003|Categories: Acervo|

VARSÓVIA - Os novos medicamentos contra a Aids já são tão eficazes que conseguem reconstruir quase totalmente o sistema imunológico atacado pela doença. É uma das conclusões da IX Conferência Européia da Aids, encerrada ontem nesta capital. O presidente da conferência, o polonês Andrzej Horban, declarou que a grande eficácia dos novos remédios induziu os especialistas a modificarem os métodos de tratamento que empregam. "Até agora optávamos pela aplicação de tratamentos contínuos, mas agora nos inclinamos pela introdução de períodos de pausa que dêem ao paciente uma maior tranqüilidade sem que seu estado de saúde piore", afirmou. Menos otimista é a conclusão à qual chegaram os especialistas que, hoje e em um futuro mais próximo, certamente não gerarão remédios capazes de curar totalmente os doentes de Aids e que, por conseqüência, o que deve ser levado em conta principalmente é minimizar os efeitos secundários dos tratamentos. Horban disse que, conferências como a de Varsóvia, permitem trocas de informação muito úteis que ajudam a melhorar os tratamentos assim como modernizar os métodos de cura. "A conferência permitiu também estabelecer que as medidas aplicadas na Polônia contra a Aids sejam tão boas como as melhores do ocidente e garantam aos pacientes os melhores tratamentos, já que os medicamentos são comprados pelo Estado". Epidemia O médico explicou que a escolha de Varsóvia como sede desta conferência se deve ao fato de na Europa Oriental se registrar uma nova onda de casos de Aids, "um fenômeno que pode ser controlado e contido com os métodos aplicados e comprovados justamente na Polônia". O especialista polonês afirmou que na Polônia surgiu o perigo de que começasse uma grande epidemia de Aids, o que, no entanto, não aconteceu, porque foram adotadas as medidas oportunas, que agora serão colocadas em prática nos países do Leste seguindo o exemplo polonês. A IX Conferência Européia da Aids, que realizou seus trabalhos durante três dias, contou com a participação de 3,5 mil especialistas do mundo inteiro.   Fonte: http://www.aids.gov.br/main.asp?ViewID=%7bDA56F374-128A-40FB-B16F-D08A1F5DD07B%7d&params=itemID=%7b476EF6EB-410A-4F07-81CA-869143D05A55%7d;&UIPartUID=%7bD90F22DB-05D4-4644-A8F2-FAD4803C8898%7d Consultado em 15/02/2007

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