About brunofw2

This author has not yet filled in any details.
So far brunofw2 has created 1103 blog entries.

fevereiro 2007

África do Sul terá maior teste de vacina anti-Aids

2007-02-08T00:00:00-03:00fevereiro 8, 2007|Categories: Notícias Antigas ?|

Três mil pessoas vão participar na África do Sul do primeiro teste em grande escala de uma vacina contra o HIV, o vírus que causa a Aids. O grupo, composto de homens e mulheres, será acompanhado durante quatro anos por especialistas de vários países. O medicamento, desenvolvido pelo laboratório Merck, não contém o próprio HIV - portanto, não pode causar infecções - e sim cópias de três genes do vírus. A esperança dos pesquisadores é que a exposição a esses genes detone uma resposta do sistema imunológico levando o corpo a desenvolver anticorpos que no futuro poderiam reconhecer e destruir o HIV. "(O teste) vai determinar a utilidade de vacinas que induzem uma forte resposta imunológica a partes do vírus que são semelhantes nas diferentes variantes do HIV", disse o pesquisador Lawrence Corey, baseado no Centro de Pesquisas do Câncer Fred Hutchinson, em Seattle - instituição que lidera o estudo. Os pesquisadores esperam que o teste mostre ainda se a vacina, baseada na variante B do HIV, também protegeria contra a variante C, predominante na África do Sul. Com mais de 5,5 milhões de soropositivos, o país tem uma das maiores taxas de incidência da doença, que no mundo inteiro atinge um número estimado em 40 milhões de pessoas. Voluntários As pessoas que participarão do estudo têm entre 18 e 35 anos de idade. Parte do grupo receberá o medicamento, enquanto em outros será aplicada uma versão placebo. Todos terão orientações de como manter relações sexuais de forma segura. O estudo, aprovado por autoridades da África do Sul e dos EUA, está sendo conduzido pela HIV Vaccine Trials Network (HVTN) - organização internacional voltada para pesquisas sobre vacinas anti-Aids, e a South African Aids Vaccine Initiative (SAAVI), organização sul-africana com o mesmo objetivo. Mesmo se os resultados desse teste forem positivos, outros serão necessários até que a vacina esteja disponível para o público. Nesta semana, testes de um gel desenvolvido para combater o HIV foram suspensos depois que se constatou que as mulheres nas quais o produto estava sendo testados tornavam-se ainda mais vulneráveis à infecção pelo vírus. Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/02/070208_aidsvacinatestecg.shtml Consultado em 15/02/2007

Comentários desativados em África do Sul terá maior teste de vacina anti-Aids

Brasil vai investir R$ 10 bi em biotecnologia

2007-02-08T00:00:00-03:00fevereiro 8, 2007|Categories: Notícias Antigas ?|

O governo brasileiro lançou nesta quinta-feira uma política de desenvolvimento da biotecnologia que vai contar com R$ 10 bilhões para pesquisas nos próximos dez anos e pretende tornar o país um dos mais importantes nesta área neste prazo. Para este ano, o orçamento dos vários ministérios para o setor é de R$ 1 bilhão, de acordo com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan. A maior parte dos recursos já existia nos orçamentos dos Ministérios do Desenvolvimento, da Saúde, Agricultura, Meio Ambiente e Ciência e Tecnologia, os cinco envolvidos no plano. A diferença, diz Furlan, é que agora eles serão canalizados para projetos de pesquisa com utilidade prática, que vão resultar em produtos e na criação de empregos. “Não temos falta de recursos. O que muitas vezes acontece é a falta de conectividade entre os fundos e o uso prático dessas pesquisas, em projetos que possam representar empregos”, afirmou o ministro A política que será lançada nesta quinta-feira, diz ele, é uma garantia de que o governo vai colocar recursos neste setor nos próximos dez anos. O governo quer ainda atrair investimentos privados, mas não tem uma estimativa de quanto dinheiro pode entrar no setor. Patentes O governo quer fazer um esforço para acelerar a concessão de patentes de medicamentos obtidos através de plantas nativas brasileiras. Neste caso, o que se patenteia não é a planta, nem o princípio ativo, mas o modo de extração do princípio ativo. Furlan diz que o programa que será lançado nesta quinta-feira já é a política oficial do governo para o setor, depois de ter sido discutido por quatro anos pelos cinco ministérios envolvidos. Será criado ainda um comitê para acompanhar a evolução das decisões que serão tomadas nos Ministérios. “As discussões sobre biotecnologia nunca estiveram tão presentes como agora. E o Brasil ocupa uma posição privilegiada”, diz Furlan. Com a nova política e a ação integrada dos vários ministérios, ele diz que ficam mais dificeis as ações de biopirataria ou o patenteamento de produtos brasileiros no exterior. Um dos projetos já em andamento é o desenvolvimento de kits de diagnóstico de doenças, atualmente importados. Com mais investimento em pesquisa, eles podem ser produzidos no país. O Ministério da Saúde também quer utilizar o poder de compra do governo para produzir no país vacinas que hoje são importadas. “Não é uma política de substituição de importações, mas de desenvolvimento de tecnologia para produção brasileira”, afirma Furlan.  Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u60720.shtml Consultado em 16/02/2007

Comentários desativados em Brasil vai investir R$ 10 bi em biotecnologia

Faturamento da AstraZeneca sobre 16,4%

2007-02-06T00:00:00-03:00fevereiro 6, 2007|Categories: Notícias Antigas ?|

O bom desempenho dos seus principais medicamentos comercializados no mercado brasileiro ajudou o laboratório anglo-sueco AstraZeneca a elevar o faturamento no Brasil em 16,4% no ano passado, para R$ 794,9 milhões em relação aos R$ 644,4 milhões de 2005. Globalmente, as vendas da farmacêutica cresceram 11%, ficando em US$ 26,4 bilhões em 2006. O resultado operacional mundial subiu 26% nos mesmos períodos comparados, para US$ 8,2 bilhões. José Antônio Vieira, presidente da AstraZeneca do Brasil, disse que 2006 foi o segundo ano consecutivo de alta superior a 20% nas vendas da subsidiária no varejo, o que permitiu à empresa ganhar participação no mercado brasileiro e subir várias posições no ranking nacional. Conforme dados do IMS Health, que audita as vendas do setor para o varejo, a empresa cresceu 22,7% nesse canal em 2006, para R$ 415,7 milhões. "No mercado ético, passamos do 17 lugar que detínhamos em 2002 para 10 no ano passado em vendas no varejo." Se incluídos os negócios realizados com hospitais e governo, a companhia passou da 11 colocação em 2002 para a 7 no ano passado. O aumento das vendas no País é resultado, particularmente, da performance de Crestor, Seroquel e Nexium. As vendas de Crestor, indicado para o controle do colesterol, mais do que dobraram em 2006, ante o ano anterior, ficando em R$ 54,8 milhões, observou Vieira. Já as do antipsicótico Seroquel subiram 56%, e alcançaram R$ 22 milhões. Nexium, para tratar doença gastrintestinal, faturou 35% mais, com R$ 56 milhões. Fonte: http://www.interfarma.org.br/WEB.UIWEB/visualizarNoticia.aspx?codigo=1702 Consultado em 22/02/2007

Comentários desativados em Faturamento da AstraZeneca sobre 16,4%

Fabricantes discutem mudanças nos anúncios de medicamentos OTC

2017-01-10T17:18:20-03:00fevereiro 5, 2007|Categories: Notícias Antigas ?|

Há mais de um ano, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vem estudando alterações a serem feitas na regulamentação da propaganda de medicamentos isentos de prescrição médica, os chamados OTC. Esses produtos representam cerca de 30% do mercado farmacêutico total, com faturamento anual na casa dos R$ 6 bilhões ao ano. Entre as propostas em discussão no Ministério da Saúde está a de incluir as contra-indicações dos produtos, tanto na propaganda em televisão, quanto em jornais e revistas. Para avaliar como o consumidor recebe as informações veiculadas nessas propagandas, a Associação Brasileira da Indústria de Medicamentos Isentos de Prescrição (Abimip) encomendou uma pesquisa à Inestra/Ibope - especializada em pesquisa e consultoria para o mercado farmacêutico. O estudo, feito com 400 pessoas na cidade de São Paulo, analisou, entre outros tópicos, os hábitos e comportamento da população em relação aos medicamentos vendidos sem receita médica. Foi avaliado também o grau de informação dos consumidores em relação às mensagens de advertência dos produtos. Mensagem não atinge alvo "Avaliamos apenas as mensagens em vigor atualmente, que alertam para o risco do consumo de medicamentos com ácido acetilsalicílico (AAS), no caso de suspeita de dengue. A pesquisa comprovou que mensagens de advertência na propaganda podem confundir o consumidor", diz o presidente-executivo da Abimip, Aurélio Saez. Segundo ele, a grande maioria dos consumidores (80%) não liga a substância - neste caso, o AAS - à advertência para não consumir em determinada situação. "O momento em que se vê a propaganda não é o mesmo momento em que se faz a compra. Assim, se a mensagem não for clara, ela não será lembrada." Em documento à Anvisa, a Abimip enviou a sugestão de que, na propaganda, seja feita uma advertência genérica, mas educativa, que leve o consumidor a procurar informações, dessa forma conscientizando a população. "Advertências e outras informações importantes deveriam ser colocadas na embalagem. A propaganda, por sua vez, deveria divulgar, por exemplo, a frase: ‘Não compre este medicamento antes de ler as advertências nas embalagens’", acrescenta Saez. Saída é mudar embalagem Ainda de acordo com o executivo, a indústria prefere mudar as embalagens do que divulgar informações com frases longas, o que acabaria quebrando o ritmo da propaganda. "A proposta é ter uma recomendação genérica e educativa, pois conforme o estudo os consumidores tendem a não comprar medicamentos que não conhecem sem antes buscar informações", argumenta Saez. Segundo a pesquisa, 75% dos consumidores não compram produtos que não conhecem, de propaganda que ouviram ou viram, mesmo servindo para algum problema que eles têm ou costumam ter.  Fonte: http://www.febrafarma.org.br/divisoes.php?area=co&secao=visualiza&modulo=clipping&id=6711 Consultado em 23/02/2007

Comentários desativados em Fabricantes discutem mudanças nos anúncios de medicamentos OTC

Disputa judicial adia remédio mais barato

2007-02-04T00:00:00-03:00fevereiro 4, 2007|Categories: Notícias Antigas ?|

Laboratórios farmacêuticos e o governo brigam nos tribunais em razão de os fabricantes de remédios desejarem prorrogar a patente de produtos. Estender as patentes significa adiar o início da produção de genéricos das drogas. A quebra das patentes ocasionaria uma redução de 35% no preço dos medicamentos, segundo a legislação nacional, e estenderia o acesso ao medicamentos. Estima-se hoje que 50 milhões de brasileiros não tenham acesso a remédios --não só os patenteados. Por outro lado, as indústrias dizem que as patentes são suas principais garantias para seguirem investindo em novas descobertas e que as solicitações de extensão são justas. O governo argumenta que é hora de o Judiciário ser mais sensível e pensar mais no interesse público do que na propriedade intelectual como instrumento econômico. "As extensões de patentes causam desequilíbrio entre o interesse público e o setor industrial", afirma Mauro Maia, procurador-chefe do Instituto Nacional de Propriedade Intelectual, órgão ligado ao Ministério do Planejamento. A reportagem verificou que, entre 22 dos casos que correm nos tribunais brasileiros (estima-se que haja 70 processos), nove pedem extensão de um ano da patente. "É claro que, se houver genérico, é melhor para todo mundo. O ideal era não haver patente nenhuma", diz o advogado Sérgio Morales, 60, consumidor do Actos (pioglitazona), remédio para controle do diabetes, R$ 164,98 a caixa, patente vencida em 2005, com pedido de extensão até 2011. O presidente da Interfarma (que reúne gigantes do setor farmacêutico), Gabriel Tannus, afirmou que os pedidos de extensão de patentes são casos isolados. "Existem casos isolados que acompanhamos e que houve extensão no país de origem da patente. Isso tem sido o principal motivo para as empresas fazerem os pedidos aqui", disse Tannus.  Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u131315.shtml Consultado em 16/02/2007

Comentários desativados em Disputa judicial adia remédio mais barato

Para especialista, Brasil investe pouco em patenteamento de produção científica

2007-02-04T00:00:00-03:00fevereiro 4, 2007|Categories: Notícias Antigas ?|

Rio de Janeiro - O Brasil tem poucos registros de patentes de sua produção científica, avalia Odilon Marcuzzo, presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia. Em entrevista à Agência Brasil, ele afirmou que o país responde por 0,2% dos registros efetuados no escritório de patentes dos Estados Unidos, embora seja responsável por cerca de 1,8% do conhecimento científico produzido no mundo, medido por publicações indexadas internacionalmente. Segundo Marcuzzo, os recursos investidos em conhecimento no Brasil, ou seja, em pesquisa, desenvolvimento e inovação, representam 1,1% do Produto Interno Bruto (PIB), soma das riquezas geradas no país. Nos países em desenvolvimento que se destacam no cenário mundial neste setor, o índice supera 2%. “Isso se reflete em outros índices”, constata o presidente da Finep. “Quando se pega, por exemplo, os índices de patenteamento dos Estados Unidos e União Européia, verifica-se que o Brasil se apresenta de forma absolutamente irrisória, apesar de termos um índice razoável na produção do conhecimento propriamente dito em termos internacionais”. Falta, segundo ele, fazer a ponte entre a produção de conhecimento e a transformação dele em produto, entre a pesquisa e a indústria. Apesar das críticas, o dirigente da Finep considera que, com a economia estável, a situação deve melhorar. “Justamente porque a estrutura econômica é mais sólida, a moeda mais estável, os juros começam a declinar. Isso tudo forma um panorama mais favorável para o empresário investir em inovação. Inovação é risco”. Marcuzzo considera “muito baixo” o nível educacional brasileiro, tomando por base o percentual de jovens na faixa dos 18 aos 25 anos – adequada à vida universitária. O Brasil detém um dos menores índices da América Latina, entre 9% e 10%, inferior ao Paraguai (11%) e muito abaixo da Argentina: 30%. Ele afirma que, em termos mundiais, a faixa entre 25% e 30% é considerada satisfatória.  Fonte: http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2007/01/30/materia.2007-01-30.3260504055/view Consultado em 16/02/2007

Comentários desativados em Para especialista, Brasil investe pouco em patenteamento de produção científica

Cimed negocia fábrica com laboratório indiano

2007-02-02T00:00:00-03:00fevereiro 2, 2007|Categories: Notícias Antigas ?|

Depois da entrada no Brasil das gigantes indianas do setor farmacêutico, como a Ranbaxy, Torrent e Dr. Reddy`s, agora é a vez dos laboratórios de menor porte da Índia apostarem no mercado brasileiro. No início do ano, a Maneesh Pharmaceuticals comprou o Laboratório Sanobiol, com fábrica em Pouso Alegre (MG). Negócio avaliado em US$ 10 milhões. Hoje, estão em curso negociações entre o Grupo Cimed, com unidades fabris em São Paulo e Pouso Alegre, e a Unichem, sediada em Goa, conforme informações do jornal indiano "The Economic Times" reproduzidas há cerca de dez dias pela "Reuters". O empresário e diretor comercial da Cimed, João Adibe, disse ontem que a companhia estuda no momento vários tipos de acordos com um laboratório indiano. Um deles envolve a venda das instalações de uma das empresas do grupo brasileiro, a Neckerman Indústria Farmacêutica. Conforme especialistas do setor farmacêutico, aquisição é a melhorar maneira de entrar no País e a maior parte das indianas presentes aqui comprou um laboratório pequeno ou fez parcerias. A aquisição encurta a entrada no mercado, pois remédios e linhas de produção já estão validados pelos órgãos reguladores. Adibe mantém em sigilo o nome do possível futuro parceiro, por motivos contratuais. O empresário também não revela valores envolvidos no negócio. Segundo o chairman da Unichem, P.A. Mody, ouvido pelo jornal indiano, a cifra de aquisição giraria em torno de US$ 25 milhões. A Neckerman tem uma fábrica na capital paulista pouco utilizada atualmente - só produz injetáveis -, afirmou Adibe. A maior parte da sua linha de produtos é terceirizada na unidade do grupo em Pouso Alegre. Os medicamentos que levam a marca da empresa estão fora das negociações. O acordo poderá incluir ainda parceria na distribuição, já que o Grupo Cimed tem distribuição própria, e terceirização à empresa brasileira da produção dos indianos, que têm interesse em explorar o mercado de genéricos, uma área bastante atrativa também para o Cimed. O acordo, se vingar, deverá ser celebrado logo após o Carnaval. O estágio atual é de análises de balanço. A Cimed, especializada em similar, entrou no segmento de genéricos no final de 2005 e quer dar neste ano "a grande arrancada", disse Adibe, observando que a companhia tem estudado parcerias com outras fabricantes do setor para se fortalecer nessa área e deverá transformar boa parte de suas marcas de similares em genéricos até o final do ano. "Vamos lançar 30 produtos nesse segmento em 2007 e alguns são similares que revalidaremos para transformá-los em genéricos." Em 2006, a empresa lançou 20 genéricos. Indianos e Cimed estão de olho no crescimento das vendas do segmento, que somaram mais de US$ 1 bilhão no ano passado, um aumento de 52%. Fundado em 1976 e fruto da fusão de quatro indústrias, o Grupo Cimed anunciou ontem aumento de 16% no faturamento do ano passado em comparação a 2005. As vendas somaram R$ 223 milhões e a expectativa de Adibe, que se divide entre a administração da empresa e corridas de automóveis, é de crescimento de 30% neste ano, para perto de R$ 290 milhões. Adibe informou que hoje os genéricos respondem por 10% do faturamento, a linha de remédios de venda livre (OTC) fica com 40% e a de similar, com o restante. "O crescimento do mercado de genérico é muito maior que o de similar." Na área de OTC, ele prevê 12 novos produtos para 2007 e a entrada no segmento de cosmecêuticos, com sabonete íntimo feminino e posterior ampliação da linha. Para comportar o crescimento, a Cimed finaliza daqui a cerca de dois meses a expansão da fábrica em Pouso Alegre, que passa de 61 milhões de unidades (caixas) por ano para 100 milhões e recebeu investimento de R$ 26 milhões. "A nossa demanda é maior que a produção. Em 2006, vendemos 64 milhões de unidades, um crescimento de 21%." Conforme Adibe, as principais áreas de atuação da companhia são a produção de anti-hipertensivos, antibióticos e antiinflamatórios, que respondem por 50% do faturamento. Para revalidar os similares, as empresas têm de fazer testes de biodisponibilidade e bioequivalência exigidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que, explicou o empresário, são realizados pela própria Cimed em seu instituto de pesquisa e desenvolvimento, localizado em Pouso Alegre. Adibe calcula investimento de aproximadamente R$ 5,7 milhões este ano somente nos testes. Outros R$ 5 milhões serão aplicados em marketing esportivo.  Fonte: http://www.anvisa.gov.br/divulga/imprensa/clipping/2007/fevereiro/020207.pdf Consultado em 2202/2007

Comentários desativados em Cimed negocia fábrica com laboratório indiano

Suspensa pesquisa com gel antiaids em dois países

2007-02-01T00:00:00-03:00fevereiro 1, 2007|Categories: Notícias Antigas ?|

Os pesquisadores suspenderam estudos realizados na África e na Índia com um gel vaginal para evitar a infecção com o HIV, pois verificaram que este aumentava em vez de diminuir o risco de contágio com o vírus da aids, informou hoje em Genebra a Organização Mundial da Saúde (OMS). "É um retrocesso decepcionante e inesperado na tentativa de encontrar um método simples e eficaz contra as infecções com o HIV", disse um porta-voz da OMS, que considerava o microbicida uma grande oportunidade para combater a pandemia por meio da prevenção por parte das mulheres. Mais da metade dos novos contágios do HIV na África tem como vítimas mulheres e meninas. O microbicida seria um método eficaz para conter a propagação do vírus da aids, pois sua aplicação seria simples e inclusive tornaria desnecessário que membros das famílias em sociedades conservadoras soubessem de seu uso. Um problema grave nessas sociedades é que muitas vezes os homens se negam a utilizar o preservativo. Uma das pesquisas, que já estava em sua fase final e que tinha a participação de 1,5 mil mulheres de África do Sul, Benin, Uganda e Índia, era feita com a aplicação do Ushercell, um gel com sulfato de celulose desenvolvido pelos laboratórios farmacêuticos Polydex, com sede em Toronto (Canadá). A suspensão da aplicação do gel foi decidida depois de um conselho independente de segurança descobrir mais infecções com o HIV entre as mulheres que usavam o gel do que entre outras, que receberam um placebo. O era financiado pela Agência de Desenvolvimento Internacional dos Estados Unidos e pela Fundação Bill e Melinda Gates. O outro estudo com o Ushercell era realizado com 1,7 mil mulheres na Nigéria, mas foi suspenso por precaução apesar de, nesse caso, não terem sido observados maiores riscos de infecção entre as participantes. De acordo com a OMS, há outros estudos que também estão em fases muito avançadas sobre mais três componentes microbicidas. Espera-se que estes testes tenham resultados conclusivos ainda este ano. "Os dados destes testes clínicos são indispensáveis para os pesquisadores e promotores do uso de novos microbicidas, que agora terão que descobrir por que o sulfato de celulose está associado a um maior risco de contágio do que um placebo, pois por enquanto não há uma explicação conhecida", diz a OMS.  Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI1384915-EI8147,00.html Consultado em 15/02/2007

Comentários desativados em Suspensa pesquisa com gel antiaids em dois países

janeiro 2007

Vendas no grupo Cimed sobrem 13,7% em 2006

2007-01-31T00:00:00-03:00janeiro 31, 2007|Categories: Notícias Antigas ?|

As vendas em volumes ao varejo do Grupo Cimed aumentaram 13,7% no ano passado e o faturamento, 16%, informou o laboratório farmacêutico de capital nacional hoje, em nota. Se somadas as operações no segmento hospitalar, o Grupo alcançou um crescimento de 15% nas vendas totais e 19,56% no faturamento. Nos últimos quatro anos o crescimento do Grupo Cimed mais do que dobrou, em tamanho e faturamento, devido ao bom momento do segmento de consumo (remédios de venda livre) e genéricos, mercado em que a indústria vem ampliando sua atuação, segundo informou a empresa. Para 2007, a Cimed planeja lançar 20 produtos, aumentar a equipe de vendas e expandir a rede de distribuição no norte e nordeste brasileiro, com centros em Manaus, São Luis e Belém. Neste mês entrou em operação a distribuidora amazonense que irá atender 1,5 mil novos pontos de venda.  Fonte: http://www.universia.com.br/html/investnews/vernoticia_gjbaab.html Consultado em 22/02/2007

Comentários desativados em Vendas no grupo Cimed sobrem 13,7% em 2006

Libbs obtém R$ 15 milhões do BNDES

2007-01-30T00:00:00-03:00janeiro 30, 2007|Categories: Notícias Antigas ?|

A Libbs Farmacêutica obteve financiamento de R$ 15,8 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para pesquisar e desenvolver cinco medicamentos: quatro contraceptivos orais e um novo agente terapêutico para reposição hormonal. Com os recursos, a empresa vai comprar equipamentos específicos para análise e desenvolvimento e fazer estudos clínicos. Os recursos, que equivalem a 55,8% do valor total do projeto, de R$ 28,4 milhões, serão liberados no âmbito do Profarma - Programa de Apoio ao Desenvolvimento da Cadeia Produtiva Farmacêutica, do BNDES. A Libbs, que atua no mercado farmacêutico, principalmente nas áreas de ginecologia, cardiovascular, infectológica, músculo-esquelética, dermatologia, gastroenterologia, pediatria e neuropsiquiatria, vem investindo em inovação e já dispõe de estrutura física necessária à execução do projeto, tais como laboratórios e instalações industriais. A unidade tem capacidade anual de 480 milhões de comprimidos e de 8,6 milhões de embalagens de produtos hormonais e atenderá a todas as necessidades previstas, que são, na maturidade do projeto, da ordem de 4,7 milhões de unidades/ano. Os novos produtos a serem desenvolvidos representam a continuidade da sua estratégia de atuar em nichos de mercado identificados como sendo de necessidades médicas ainda não atendidas. A estrutura da cadeia produtiva da indústria farmacêutica apresenta quatro estágios evolutivos: pesquisa e desenvolvimento; produção de farmoquímicos; produção de especialidades farmacêuticas: e marketing e comercialização das especialidades farmacêuticas. A incorporação de um desses estágios, tanto por uma empresa quanto por um país, significa importante salto nas barreiras competitivas. quatro estágios. As grandes empresas internacionais da indústria farmacêutica operam nos quatro estágios, distribuídas pelos mais diversos países. No Brasil, a maioria das subsidiárias dessas empresas opera no terceiro e quarto estágios e muito poucas no segundo. As empresas de controle nacional representam cerca de 30% desse mercado e apenas duas são verticalizadas. A Libbs é uma delas e atua nos quatro estágios evolutivos da cadeia farmacêutica. Fundada em 1958, quando iniciou sua produção de medicamentos, a Libbs passou a atuar, em 1983, na venda de matérias-primas e farmoquímicos para a indústria farmacêutica. Cada setor de desenvolvimento, farmoquímico e farmacêutico, sofreu influências ao longo dos últimos cinco anos. Atualmente, a farmoquímica busca caminho próprio e oferta produtos para outras farmacêuticas, em particular, para o mercado europeu. A operação financiada pelo Banco contribuirá para o aumento dos investimentos em inovação tecnológica no Brasil e para o crescimento de uma empresa nacional do setor farmacêutico, gerando diferencial de mercado e acúmulo de conhecimento. O banco já aprovou operações no valor de R$ 677 milhões, valor crescente ao longo dos últimos três anos, e que resultaram em investimentos de R$ 1,4 bilhão.  Fonte: http://www.redemed.com.br/not_detalhe.cfm?idpostagem=640 Consultado em 22/02/2007

Comentários desativados em Libbs obtém R$ 15 milhões do BNDES
Go to Top