O Popular
O Brasil vai defender na 26ª Sessão Especial da Assembléia Geral das Nações Unidas em HIV e Aids que seja facilitada a produção de medicamentos anti-retrovirais genéricos, sem deixar de se respeitar a legislação internacional. O encontro acontecerá na sede da ONU, em Nova York, entre esta quarta-feira e a sexta-feira. Segundo o Ministério da Saúde, a proposta brasileira é de que a saúde pública tenha primazia sobre interesses comerciais.
Outros pontos defendidos pelo Brasil são a definição clara do conceito de populações vulneráveis ao vírus HIV e de prazos para o cumprimento das metas.
As recomendações e metas para o combate à epidemia de Aids nos próximos anos serão discutidas na assembléia e estarão reunidas na Declaração Política assinada por 189 países. O documento definirá as políticas públicas dos países membros até 2010.
A reunião servirá também para rever os progressos alcançados e renovar o compromisso político global para o enfrentamento da epidemia assumidos na Sessão Extraordinária da Assembléia Geral das Nações Unidas sobre HIV e Aids (Ungass), realizada em 2001. O balanço da resposta brasileira teve ampla participação da sociedade civil, inclusive com a realização, a partir de 2003, de três fóruns Ungass Brasil, com apoio do Programa Nacional de DST e Aids (PN-DST/Aids) e do Programa das Nações Unidas para HIV e Aids (Unaids). O documento brasileiro anexa ainda um estudo de caso realizado por ONGs que destaca questões locais.
Fonte: http://www.agenciaaids.com.br/AIDS_31052006.htm
Consultado em 13/02/2007