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(MSF, 07.10.10) In India this week, the European Commission is thrashing out a deal that could block access to life-saving, affordable generic medicines for many patients in developing countries.
(MSF, 07.10.10) In India this week, the European Commission is thrashing out a deal that could block access to life-saving, affordable generic medicines for many patients in developing countries.
Message from the Working Group on Intellectual Property of the Brazilian Network for the Integration of Peoples (GTPI/Rebrip, in Portuguese): Interministerial Group on Intellectual Property’s
(O Estado de São Paulo, 27.06.2008) Se direito for reconhecido, Brasil não terá como importar genérico do país
Official message in regards to not granting a patent for Tenofovir in Brazil GTPI’s message in regards to not granting a patent for Tenofovir in
Brasília - Pesquisadores brasileiros desenvolveram uma tecnologia para detecção do vírus da aids e da hepatite C. O método reduz o tempo da chamada janela imunológica, período que o organismo leva para produzir, depois da infecção, uma certa quantidade de anticorpos que possam ser detectados pelos exames de sangue específicos. A informação foi dada hoje (28) pelo presidente da Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás), João Paulo Araújo, em entrevista ao programa Revista Brasil. Araújo explicou que a metodologia já é conhecida, mas o Brasil tinha dificuldade de implantação pelo alto custo das duas produtoras mundiais. A partir de 2004, os pesquisadores optaram por desenvolver um produto nacional. “Esses exames já são realizados em todos hemocentros, mas eles buscam pesquisar anticorpos e, com isso, se perde tempo. Com a nova metodologia, em que se trabalha com o genoma do vírus, é possível reduzir o tempo da janela imunológica detectando assim a contaminação pelos exames. Isso assegura mais qualidade ao sangue [coletado nos hemocentros]”, disse Araújo. Segundo o presidente da Hemobrás, a tecnologia é vantajosa também pelo preço, mais baixo que o de dois produtos similares vendidos por multinacionais. O nacional, que está sendo desenvolvido, deve ficar com custo final entre US$ 3 e US$ 4, cerca de R$ 8 para cada reação, enquanto os vendidos no mercado mundial custam em torno de US$ 15 ou R$ 30. O desenvolvimento da metodologia teve a parceria do Ministério da Saúde, da Fundação Oswaldo Cruz–Biomanguinhos, Universidade Rederal do Rio de Janeiro (UFRJ), Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) e Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP). De acordo com João Paulo Araújo, ela deve ser implantada em 2008, mas os testes de validação dos equipamentos têm início no ano que vem. Além disso, será feita a atualização dos exames e registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “A tecnologia desenvolvida por pesquisadores brasileiros vem demonstrar a importância dos organismos públicos estarem unidos forças em busca de melhorar cada vez mais a saúde coletiva”, finalizou. Fonte: http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2006/12/28/materia.2006-12-28.3026032348/view Consultado em 15/02/2007
Em artigo publicado na Folha de S. Paulo desta quinta-feira (28/12), o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa da Silva Júnior, responde artigo divulgado no mesmo jornal em 30 de novembro. No texto, o médico infectologista Caio Rosenthal e o ativista do Grupo Pela Vidda (SP), Mário Scheffer, defendem a utilização do mecanismo de licença compulsória (procedimento também conhecido como quebra de patentes) para os medicamentos anti-retrovirais. “Que Lula não adie mais a decisão, tantas vezes ensaiada pelo governo anterior, de decretar licenças compulsórias dos anti-retrovirais sob patentes, que cada vez mais oneram o orçamento do Ministério da Saúde”, pede o artigo (leia o texto na íntegra). “Ao abordar o tema da sustentabilidade do programa brasileiro de Aids no fornecimento de medicamentos anti-retrovirais (ARVs), os autores transformam um instrumento, a licença compulsória (LC), que pode e deve ser usada em situações específicas, em uma verdadeira panacéia”, afirma Jarbas Barbosa da Silva Júnior, secretário-executivo do Ministério da Saúde, em artigo publicado pelo diário paulista Folha de S. Paulo. “Panacéia”, segundo o dicionário, significa “remédio para todos os males”. “O debate sobre esses temas é fundamental, melhor ainda se apoiado na realidade”, ataca o representante do governo federal. Abaixo, o texto na íntegra: São Paulo, quinta-feira, 28 de dezembro de 2006 TENDÊNCIAS/DEBATES A questão do acesso aos anti-retrovirais Não haverá nunca soluções simplistas para garantir a sustentabilidade do programa de enfrentamento da epidemia de Aids ARTIGO PUBLICADO nesta Folha, em 30/11, faz reflexões importantes sobre os avanços e os desafios colocados ao SUS (Sistema Único de Saúde) na questão do enfrentamento da epidemia de Aids. Concordo, inteiramente, com grande parte das questões levantadas pelos dois autores. No entanto, ao abordar o tema da sustentabilidade do programa brasileiro de Aids no fornecimento de medicamentos anti-retrovirais (ARVs), os autores transformam um instrumento, a licença compulsória (LC), que pode e deve ser usada em situações específicas, em uma verdadeira panacéia. A LC nos garantiria, para sempre, ARVs a preços baixos, e sua utilização dependeria, apenas, da vontade política do governo federal? Essas idéias não correspondem aos fatos. A LC precisa atender a regras da legislação nacional e internacional. Usá-la sem que as condições estejam dadas é correr um sério risco de derrota judicial, com graves prejuízos para a capacidade de negociação de preços e para a reputação do programa e do país. Diante de uma emergência nacional, produzida por epidemia descontrolada, por exemplo, há pleno amparo legal para uma LC. Até os EUA cogitaram usar esse mecanismo na crise do uso intencional do antraz. A outra possibilidade legal, em caso de interesse público, é ampla o bastante para incluir diversas interpretações a favor de sua utilização e para apoiar sua contestação. Entre os argumentos de difícil sustentação legal, encontra-se a alegação de dificuldade orçamentária, pois esse, provavelmente, é o mais universal dos problemas enfrentados pelos Ministérios da Saúde de todos os países em relação aos medicamentos de alto custo. Fundamental para a decisão sobre a LC é também estabelecer se há capacidade efetiva de produção nacional. Não estamos falando aqui do potencial de vir a produzir em um dia incerto do futuro, mas da capacidade de substituir, rapidamente, o produto que foi objeto da LC, de maneira que não cause nenhum dano às pessoas que o utilizam. Se falharmos, só há uma alternativa: comprar de produtores, muitas vezes não qualificados pela Organização Mundial da Saúde. No caso concreto, dos três ARVs sob patente que mais impactam nosso orçamento, só dominamos, em tese, a tecnologia de fabricação de um deles. O que faríamos com os outros dois? Uma aposta, com um desfecho incerto sobre o êxito em dominarmos a tecnologia de produção? E em relação aos novos medicamentos que estão sendo lançados, ficaríamos privados deles por anos ou décadas até dominarmos a sua produção? Sobre a referida capacidade da produção nacional, é importante esclarecer que ainda não se fabrica quase nenhum dos ARVs que não se encontram mais sob patente. Importa-se a matéria-prima, e o produto é apenas finalizado. Não é mais adequado (e mais seguro para os pacientes) que a prioridade seja dada para dominar toda a tecnologia de produção? Assim, certamente estaríamos mais preparados quando houvesse a necessidade de emitir uma LC. Outro mito é o de que a produção nacional sempre barateia o medicamento. Em um dos estudos citados no artigo, exatamente o único que traz dados e informações consistentes, realizado pela Fundação Clinton, encontra-se o diagnóstico de que os ARVs produzidos no país custam de duas a quatro vezes o preço do mercado internacional. Também não se baseia em fatos a afirmação de que a estratégia de negociação de preços não tem produzido resultados. Vamos aos números: entre 2003 e 2006, reduzimos o preço do Efavirenz em 45,4% (de R$ 6,35 para R$ 3,74); do Tenofovir, em 207,7% (de R$ 27,48 para R$ 8,93); e do Kaletra, em 204% (de R$ 4,50 para R$ 1,48). Essa redução não se deveu à sensibilidade da indústria farmacêutica, e sim a uma política correta de confronto e negociação, apoiada na grande visibilidade e prestígio que nosso programa nacional desfruta internacionalmente. O caso do Kaletra é emblemático, pois conseguimos, na negociação, um preço menor do que o ofertado por um produtor indiano, sem pré-qualificação da OMS, a quem teríamos de recorrer fatalmente se houvesse sido emitida a LC. Não haverá nunca soluções simplistas para garantir a sustentabilidade do programa. Sempre será necessário utilizar todas as armas disponíveis, como a negociação de preços, o desenvolvimento da capacidade produtiva nacional, os acordos para licenças voluntárias e, em casos em que haja necessidade e condições, a licença compulsória. O debate sobre esses temas é fundamental, melhor ainda se apoiado na realidade. JARBAS BARBOSA DA SILVA JR. , 49, médico epidemiologista, doutor em saúde coletiva pela Unicamp, é secretário-executivo do Ministério da Saúde Fonte: http://www.agenciaaids.com.br/noticias-resultado.asp?Codigo=6547 Consultado em 13/02/2007
O lançamento de medicamentos como o Abilify, para tratamento da esquizofrenia, e Baraclude, contra a hepatite B, ajudaram a farmacêutica norte-americana Bristol-Myers Squibb a engordar o faturamento no Brasil. A empresa deve finalizar este ano com vendas 10% maiores no País, de cerca de R$ 500 milhões, ante o resultado de 2005. Em dólar, passa de US$ 194 milhões para US$ 227 milhões este ano. Somente o faturamento com novos produtos sobe de US$ 61,4 milhões para US$ 89,3 milhões em 2006, o maior incremento do portfólio. Para o próximo ano, o presidente da subsidiária, Mário Grieco, estima um percentual maior de crescimento, de 15%, na moeda local, nas vendas totais. Os novos remédios, produtos de maior valor agregado e protegidos por patentes, também deverão ser os principais responsáveis pelo aumento estimado para o ano que vem. Na lista de lançamentos, estão o Splycel (dasatinib), para leucemia mielóide crônica, e Orencia, para artrite-reumatóide. A empresa esperava lançar estes produtos neste ano, mas ficarão para 2007 porque "estão parados" na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) à espera de aprovação. "Há seis meses entramos com a solicitação." Segundo Grieco, a Anvisa tem demorado em suas aprovações e os prazos podem chegar a até 3 anos. "Mas estive ontem (na segunda-feira) na Anvisa e eles disseram que estão contratando mais 200 técnicos para agilizar os processos. Prometeram também dar prioridade aos medicamentos mais importantes." Neste caso, afirmou, está incluído Splycel, indicado para pacientes que não responderam a outras terapias para a leucemia. A expectativa da Bristol é faturar cerca de US$ 50 milhões por ano com Orencia no Brasil, em três anos. Grieco estima que remédios para o tratamento da artrite-reumatóide movimentem cerca de US$ 200 milhões por ano no País. Já com Splycel o executivo prevê rentabilidade baixa, pelo tamanho do mercado. "Estamos investindo no benefício. Ele salva vidas." Grieco - que toca no Brasil desde o ano passado o plano global de reestruturação de portfólio da multinacional, em que os investimentos estão mais concentrados em dez áreas terapêuticas - disse que a reorganização está dando resultados. Os produtos das áreas foco ficam com 40% do faturamento previsto para 2006. A divisão de consumo, que concentra remédios como Luftal e Naldecon, responderá por outros 40% das vendas. No ano que vem, a Bristol aumentará em 25% os investimentos em marketing nesta área, para R$ 30 milhões. No total, investirá entre US$ 35 milhões e 40 milhões no próximo ano, um aumento de 15% ante 2006. Fonte: http://www.febrafarma.org.br/divisoes.php?area=co&secao=visualiza&modulo=clipping&id=6672 Consultado em 22/02/2007
Cientistas americanos disseram nesta segunda-feira ter desenvolvido uma vacina experimental que poderia neutralizar o parasita da malária que carrega a forma mais letal da doença dentro do mosquito, seu hospedeiro. A vacina atinge o microscópico parasita Plasmodium falciparum, dentro do estômago do mosquito, bloqueando o desenvolvimento do organismo, assim evitando a futura transmissão da doença. Cientistas do Instituto Nacional de Saúde (NIH) americano pegaram uma proteína presente apenas no parasita durante o tempo em que passa no estômago do mosquito e potencializada quando combinada a outras proteínas. Quando administrada a camundongos, a superproteína criou anticorpos longevos, segundo o estudo, que será publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences USA. Estudos anteriores demonstraram que os anticorpos contra a proteína, Pfs25, na dieta sangüínea dos mosquitos poderia comprometer o desenvolvimento do parasita. A malária afeta até 500 milhões de pessoas e mata mais de um milhão de crianças ao ano, a maioria na África, mas uma vacina contra a doença escapa das mãos dos cientistas, apesar de décadas de pesquisas. A forma mais severa da doença é causada pelo parasita Plasmodium falciparum que, uma vez na corrente sangüínea, viaja até o fígado, onde se multiplica. Novas formas do parasita são, então, liberadas no sangue, onde invadem os glóbulos vermelhos, acabando por destruí-los. Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI1307460-EI298,00.html Consultado em 15/02/2007
Vendas entre janeiro e novembro crescem 6,2% ; Interfarma prevê alta de 8% no varejo em 2007. O faturamento nominal da indústria brasileira de medicamentos cresceu 6,21%, para R$ 21,56 bilhões, no acumulado deste ano até novembro, superando os R$ 20,3 bilhões apurados em igual período de 2005, de acordo com pesquisa da Federação Brasileira da Indústria Farmacêutica (Febrafarma). Em dólar, as vendas saltaram de US$ 8,36 bilhões para US$ 9,86 bilhões, na mesma base de comparação, uma alta de 17,94% e percentual maior do que em real por influência principalmente da variação cambial. Em volume, foram 1,51 bilhão de unidades (caixas) vendidas pela indústria nos onze meses de 2006, um crescimento, vegetativo, de 2,3% em comparação as 1,47 bilhão de unidades comercializadas entre janeiro e novembro do ano passado, conforme a Febrafarma, que elabora a pesquisa baseada nos dados de vendas fornecidos pelos fabricantes. Apesar de os percentuais de aumento não serem expressivos, o setor poderá finalizar 2006 recuperando as perdas do ano passado. Em 2005, o incremento nas vendas de genéricos e as exportações maiores livraram a indústria farmacêutica brasileira de amargar queda significativa, mas mesmo assim ela registrou diminuição de 2,32% no volume de unidades comercializadas, que atingiu 1,61 bilhão de caixas de medicamentos ante as 1,65 bilhão de unidades do ano anterior. Recuperação A recuperação já faz a Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma) prevê performance melhor no ano que vem. A entidade estima que o mercado deve crescer 8% e atingir R$ 22,3 bilhões em 2007, no varejo. Já em volume, a previsão é de alta de 3,5%, para 1,47 bilhão de unidades. Em 2006, o mercado mundial deve crescer 17%, a US$ 620 bilhões, conforme a entidade. O País, que já foi o 7 colocado e hoje ocupa a 9 posição no ranking, deve crescer 13%, para US$ 8,6 bilhões. Essas previsões envolvem apenas os negócios realizados pela indústria com os distribuidores e não consideram outras vendas, como as feitas para o setor público e hospitais. Entre os fatores positivos ao crescimento do mercado no próximo ano, o presidente da Interfarma, Gabriel Tannus, aponta a incorporação de novas tecnologias e o incremento da renda, que propicia o aumento do consumo de remédios. Já como fatores que atrasam o desenvolvimento do setor, o controle de preços vem em primeiro lugar, disse Tannus. Por conta dele, os especialistas estão estimando uma alta de 1% em média nos preços dos medicamentos para o próximo ano. "O farmacêutico é um dos únicos setores no País que tem seus preços controlados. O governo deveria liberar o preços para o mercado controlar." Tannus listou também os entraves que dificultam a atração de investimento para o Brasil, como a demora no tempo de aprovação das pesquisas clínicas que, aqui, é de 24 semanas. "O ideal seria baixar para 12. O País perde projetos de pesquisa para México, Argentina, Rússia e França", disse o presidente da Interfarma. O índice de informalidade no setor, que inclui sonegação, falsificação e roubos, pode exceder 50% no varejo e atingir R$ 12 bilhões por ano, o que culmina em R$ 3,6 bilhões em impostos não declarados, disse Tannus, que reclamou também da alta carga tributária do setor. Fonte: http://www.febrafarma.org.br/divisoes.php?area=co&secao=visualiza&modulo=clipping&id=6667 Consultado em 22/02/2007
O presidente executivo da Federação Brasileira da Indústria Farmacêutica (Febrafarma), Ciro Mortella, prevê que as vendas do setor, em volume, terão crescimento próximo a 2% este ano. A previsão dele tem como base a expansão de 2,09% registrada nas vendas da indústria farmacêutica nos 12 meses terminados em novembro, segundo dados do Grupo dos Executivos da Indústria Farmacêutica (Grupemef). O faturamento do setor, por sua vez, superará a casa dos R$ 23,5 bilhões este ano, com elevação de cerca de 5,5% sobre 2005. Para o próximo ano, a perspectiva do executivo é de que o volume comercializado apresente crescimento semelhante ao registrado este ano. ?Não há nenhum sinal, hoje, que indique que haverá grande variação no volume de vendas no próximo ano?, diz. O presidente da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma), Gabriel Tannus, ressalta que um fator que será fundamental para o crescimento das vendas em 2007 é a condição financeira da população. ?Havendo aumento de renda do trabalhador, com certeza o consumo da população crescerá?, diz o executivo. Ele, no entanto, também espera que o resultado de 2007 fique próximo ao registrado este ano. Segundo Tannus, as vendas, em unidades, deverão apresentar elevação de 3,5% em 2007 sobre este ano. Duas das dificuldades encontradas pelo setor em 2006 e que permanecerão na pauta de preocupações em 2007, segundo o presidente da Interfarma, são o controle de preços por parte do Governo Federal e a informalidade gerada pela alta carga tributária do País. ?O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) pago pelo setor chega a até 19%, no caso do Rio de Janeiro. Tenho certeza de que se esse valor caísse a 7% a sonegação fiscal seria bastante limitada?, analisa Tannus. A Febrafarma elaborou um documento no qual apresenta questões consideradas de fundamental importância para o setor. O material, entregue aos candidatos à Presidência da República durante a corrida eleitoral, contém temas como propriedade intelectual, pesquisas e desenvolvimento, regulação econômica, política industrial, marco regulatório e carga tributária. Exportações Para o analista do setor farmacêutico da Tendências Consultoria, Bruno Rocha, o crescimento dos genéricos no mercado interno e o aumento da exportações serão dois fatores que determinarão o ritmo das vendas em 2007. ?Os laboratórios têm visto no exterior uma saída razoável para a estagnação do mercado interno?, afirma. As exportações fecharão este ano com alta de cerca de 27%, para US$ 604 milhões, segundo a Febrafarma. Para o próximo ano, prevê Rocha, a expansão será de 16,6%. Fonte: http://www.febrafarma.org.br/divisoes.php?area=co&secao=visualiza&modulo=clipping&id=6666 Consultado em 22/02/2007