setembro 2006

Conheça a opinião de Cristovam Buarque, candidato do Partido Democrático Trabalhista (PDT)

2016-02-02T20:45:56-03:00setembro 29, 2006|Categories: Acervo|

“Visão mais rigorosa em relação às patentes” É muito importante lembrar que o Programa Nacional de DST/Aids foi o primeiro a garantir o acesso ao tratamento para todos os pacientes brasileiros que têm a doença. Essa foi uma conquista fundamental. O Brasil tem o programa exemplar: garante os recursos para o diagnóstico, o tratamento, etc. Só em medicamentos se gastou, ano passado, R$ 1,1 bilhão que é mais ou menos para uma única doença, ¼ de todo o dinheiro que se gasta com a aquisição direta de medicamentos feita todos os anos pelo Ministério da Saúde. Tudo isso será mantido no meu governo. O que faríamos diferente seria uma ação na área de proteção de patentes. Queremos baratear o custo de atendimento dos pacientes com a doença, para garantir o tratamento a todos que dele precisam. Teremos uma visão mais rigorosa em relação à decisão de incorporar novos medicamentos ao tratamento, em relação às patentes. Perfil Cristovam Buarque é engenheiro mecânico, formado pela Universidade Federal de Pernambuco, em 1966, e doutor em Economia pela Sorbonne, Paris, em 1973. Entre 1973 e 1979, trabalhou no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em Washington, e desde 1979 é professor da Universidade de Brasília, da qual foi reitor de 1985 a 1989. Entre 1995 e 1998 governou o Distrito Federal e em 2002 elegeu-se senador pelo PT com a maior votação dada a um político no Distrito Federal. Filiou-se ao PDT em setembro de 2005. É membro do Instituto de Educação da Unesco. Fonte: http://www.agenciaaids.com.br/noticias-resultado.asp?Codigo=6148 Consultado em 13/02/2007

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Geraldo Alckmin quer estimular a indústria nacional de medicamentos

2016-02-02T20:45:56-03:00setembro 29, 2006|Categories: Acervo|

Em resposta às perguntas encaminhadas pela Agência de Notícias da Aids sobre a política nacional para combate à epidemia, a assessoria de imprensa do candidato à presidência pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), Geraldo Alckmin, respondeu que “a gestão tucana deverá reforçar as atividades de prevenção e as parcerias com entidades da sociedade civil”. O programa de governo do candidato ainda prevê “o estímulo à indústria nacional de medicamentos para baratear o custo do tratamento dos pacientes”. “Expandir o acesso para os doentes que ainda não são atendidos” "O programa de governo do candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin, prevê o estímulo à indústria nacional de medicamentos para baratear o custo do tratamento dos pacientes que participam do programa brasileiro de combate à Aids. O objetivo é expandir o acesso para os doentes que ainda não são atendidos. De acordo com a equipe que formulou o documento, apresentado na última quarta-feira, no Rio de Janeiro, as ações governamentais na área foram debilitadas pela falta de apoio técnico e financeiro e pelo aparelhamento dos órgãos de saúde pública durante o governo Lula. Segundo o documento, uma das principais falhas da atual gestão foram as freqüentes interrupções no fornecimento dos medicamentos que fazem parte do coquetel anti-retroviral. Em 2004 e 2005, por exemplo, o atraso no processo de compra de remédios nacionais e importados acabou prejudicando os pacientes. O programa brasileiro de combate à Aids, criado na gestão de José Serra à frente do Ministério da Saúde, chegou a ser reconhecido como referência internacional, em função do acesso universal de medicamentos aos pacientes soropositivos. No entanto, desde a posse de Lula, nenhum novo medicamento foi desenvolvido pelos laboratórios nacionais. Dessa forma, a gestão de Geraldo Alckmin dará prioridade a um sólido programa científico-tecnológico para elevar a capacidade e a extensão da política nacional. De acordo com levantamento realizado pela equipe do candidato, os preços médios dos remédios fabricados no Brasil estão três vezes mais caros do que os produzidos internacionalmente. Antes de Lula, eram 10% mais baratos. O impacto para o SUS é significativo. O aumento do gasto com medicamentos contra a Aids subiu 66% desde 2003. Dessa forma, a gestão tucana deverá reforçar as atividades de prevenção e as parcerias com entidades da sociedade civil. O objetivo é aprimorar a produção nacional de medicamentos genéricos e estimular um plano de desenvolvimento tecnológico voltado para a saúde, para elevar a capacidade nacional em áreas estratégicas e melhorar a eficácia do programa, incluindo a redução de custo do tratamento." Perfil Geraldo Alckmin nasceu em Pindamonhangaba, interior do Estado de São Paulo, em 7 de novembro de 1952. Alckmin é casado com Maria Lúcia Ribeiro Alckmin e tem três filhos: Sophia, Geraldo e Thomaz. É formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de Taubaté, São Paulo. Especializou-se em Anestesiologia no Hospital do Servidor Público do Estado de São Paulo. Em 1972, com 19 anos, foi o vereador mais votado de Pindamonhangaba, tendo sido escolhido presidente da Câmara Municipal. Quatro anos depois foi eleito prefeito de Pindamonhangaba e exerceu mandato de seis anos. Em 1982, elegeu-se deputado estadual e, em 86, foi eleito deputado federal pelo PMDB. É um dos fundadores do Partido da Social Democracia Brasileira, o PSDB. Em 1990, Alckmin foi reeleito deputado federal como o quarto mais votado do PSDB-SP.. Em 94, foi eleito vice-governador na chapa de Mário Covas. Em 2000, Alckmin foi o candidato tucano à Prefeitura de São Paulo e foi governador do Estado de 2003 a 2006. Fonte: http://www.agenciaaids.com.br/noticias-resultado.asp?Codigo=6155 Consultado em 13/02/2007

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Candidato José Maria Eymael atribui mérito do PN aos profissionais da saúde

2016-02-02T20:45:56-03:00setembro 29, 2006|Categories: Acervo|

A Agência de Notícias da Aids mostra nesta sexta-feira, 29, durante todo o dia, a opinião dos candidatos sobre a política nacional na luta contra a Aids e o que pretendem mudar ou manter com relação ao enfrentamento da doença, caso sejam eleitos. Para o candidato à presidência do Partido Social Democrata Cristão, José Maria Eymael, a principal arma contra é a informação e o licenciamento compulsório deve ser estudado caso a caso. Eymael disputou a Prefeitura de São Paulo em 1985, perdendo para Mário Covas. Em 1986, foi eleito Deputado Federal por São Paulo, votado em todos os Municípios do Estado, alcançando mais de 72 mil votos. Em 1990, foi reeleito Deputado Federal. Leia o depoimento do candidato do PSDC. Programa Nacional é “mérito dos nossos profissionais de saúde e não de gestão” "Cada vez mais o importante é a informação a respeito. O principal é a informação: fiscalizar mais e acelerar o processo. O Programa Nacional de DST e Aids do Brasil é referência no mundo, mas este é um grande mérito dos nossos profissionais de saúde e não de gestão. É preciso verticalizar o processo de informação. Quanto ao licenciamento compulsório dos medicamentos anti-aids, deve ser estudado caso a caso e o governo deve utilizar lei que autoriza a redução do ICMS para os produtos mais necessários." Perfil José Maria Eymael nasceu em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Casado, dois filhos, cinco netos, é formado em Direito e História Natural pelas Faculdades de Direito e Filosofia da PUC – RS e é empresário, há 35 anos, nas áreas de Marketing, Comunicação e Informática. Em 1.985, como candidato pelo PDC – Partido Democrata Cristão, disputou a Prefeitura de São Paulo, perdendo para Mário Covas. Em 1986, foi eleito Deputado Federal por São Paulo, votado em todos os Municípios do Estado, alcançando mais de 72 mil votos. Em 1990, foi reeleito Deputado Federal. Fonte: http://www.agenciaaids.com.br/noticias-resultado.asp?Codigo=6150 Consultado em 13/02/2007

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Canada adds Tamiflu to off-patent drugs list

2017-01-10T17:18:22-03:00setembro 28, 2006|Categories: Acervo|

TORONTO -- The federal government has added the flu antiviral oseltamivir - better known as Tamiflu - to the list of patented medications that generic drug manufacturers in this country can apply to make and export to developing countries. Douglas Clark, Industry Canada's director of patent policy, confirmed in an e-mail late Wednesday that oseltamivir has been added to the list of drugs covered by the program called Canada's Access to Medicines Regime, formerly known as the Jean Chretien Pledge to Africa Act. The executive vice-president of Biolyse Pharma Corp., the Ontario company that has been lobbying for the right to make generic Tamiflu, said it will begin immediately the process of trying to get a licence to produce and export the drug. And John Fulton suggested developing countries aren't the only potential clients for the generic Tamiflu that Biolyse hopes to make. "I'll tell you straight up, there's definitely an interest to investigate the possibility of a compulsory licence for domestic product," he said, referring to a legal instrument that would allow the company to sell generic Tamiflu on the Canadian market as well. That permission could not be granted through the Access to Medicines Regime. "We definitely have that interest and we're already researching that." Fulton said the privately held company, located in St. Catharines, Ont., has the capacity to make between 500,000 and one million oseltamivir pills - or 50,000 to 100,000 treatment courses - a day. "We'd like to have our first pill rolling off our encapsulator within six months," he said. That could be optimistic. The two-year old legislation, hailed as an international breakthrough when it was brought into force, has not yet led to the exportation of a single pill. Critics say the cumbersome legislation, which requires companies to attempt first to negotiate a sublicence, allows patent holders to drag out the negotiations. The new federal government has pledged to find a fix. The legislation requires that generics be sold for no more than 25 per cent of the cost of the patented version. Tamiflu is made by Swiss drug maker Hoffman-La Roche, which already sells the drug at a reduced cost to poorer countries. Roche holds the rights to Tamiflu, the flu drug countries around the world have rushed to stockpile in the face of fears an influenza pandemic may be pending. Tamiflu's patent is owned by Gilead Sciences, which developed the drug. Under pressure last fall to markedly increase production of the drug, Roche agreed to allow several manufacturers in poorer countries to make a generic version of Tamiflu. As well, it expanded output by bringing the services of 16 external contractors into its own production line. By the end of this year, the company will be able to make 400 million treatment courses a year. Biolyse asked Roche for the right to make Tamiflu last fall, but was not among the companies selected, Fulton said. Roche formally objected to Biolyse's bid to add Tamiflu to the list of drugs available through the Access to Medicines Regime. A spokesperson for Roche Canada did not return calls Wednesday evening. Fonte: http://www.ctv.ca/servlet/ArticleNews/story/CTVNews/20060928/tamiflu_drugs_060928?s_name=&no_ads Data de acesso: 28/11/2006

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90% das patentes no Brasil são de estrangeiros

2016-02-02T20:45:57-03:00setembro 21, 2006|Categories: Acervo|

O presidente do Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI), Roberto Jaguaribe, disse que 90% das patentes existentes no Brasil são de origem estrangeira. "Isso acontece porque o País não tem uma cultura de inovação sedimentada. Por outro lado, algumas indústrias e pessoas físicas ainda não sabem usufruir dos benefícios oferecidos pelo sistema de propriedade industrial, que só contribui para aumentar a competitividade de uma nação". Na avaliação dele, para aumentar o número de acessos ao sistema de propriedade industrial é preciso fazer atividades integradas com o setor produtivo, universidades e as áreas de pesquisa do País. Segundo Jaguaribe, as áreas que mais demandam patentes no Brasil atualmente são os segmentos de tecnologia da informação e comunicação e biotecnologia. Ele participou ontem do Seminário Propriedade Intelectual como Instrumento Estratégico para o Desenvolvimento Industrial e Tecnológico, na Universidade Federal de Pernambuco. O primeiro passo para a criação de uma rede de propriedade intelectual no estado foi firmado ontem, com a assinatura de um convênio entre o presidente do INPI e o secretário executivo de Ciência e Tecnologia, José Carlos Cavalcanti.  Fonte: http://www.febrafarma.org.br/divisoes.php?area=co&secao=visualiza&modulo=clipping&id=6581 Consultado em 23/02/2007

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Anvisa aprova medicamento da Pfizer

2017-01-10T17:18:22-03:00setembro 21, 2006|Categories: Acervo|

A Pfizer informou que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou na terça-feira o medicamento Champix (vareniclina) indicado para auxiliar no tratamento do tabagismo. Já lançado nos Estados Unidos, o produto é único em sua forma de atuação: além de tirar a vontade de fumar, não deixa o fumante sentir prazer nas possíveis "escapulidas" durante o tratamento antitabagista, segundo a empresa. Champix está previsto para ser lançado no Brasil no primeiro semestre de 2007. O produto foi desenvolvido especificamente para ativar parcialmente o receptor da nicotina: ele reduz a intensidade do desejo pelo cigarro e, ao mesmo tempo, diminui os sintomas relacionados à abstinência. Estudos com o Champix, que serviram de base para sua aprovação tanto nos Estados Unidos como no Brasil, envolveram mais de 2 mil tabagistas que fumavam em média 21 cigarros por dia durante 25 anos. Pacientes que receberam Champix por 12 semanas (1 miligrama duas vezes ao dia) quadruplicaram a chance de parar de fumar, quando comparados aos que usaram placebo, e dobraram a possibilidade de largar o vício quando comparados aos que usaram cloridrato de bupropiona (150mg duas vezes ao dia), informou o laboratório. Após um ano, um em cada cinco pacientes que receberam Champix ainda estava livre do cigarro. Para os demais, um tratamento adicional com Champix por mais 12 semanas aumentou a chance de sucesso a longo prazo. Conforme a Pfizer, existem cerca de 1,3 bilhão de fumantes no mundo. Aproximadamente cinco milhões de pessoas morrem em decorrência do cigarro no mundo: é uma morte a cada oito segundos. Estima-se que no Brasil um terço da população adulta seja fumante - 16,7 milhões de homens e 11,2 milhões de mulheres -, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca). São 200 mil óbitos por ano relacionados ao fumo no País.  Fonte: http://www.febrafarma.org.br/divisoes.php?area=co&secao=visualiza&modulo=clipping&id=6580 Consultado em 23/02/2007

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Associação sugere campanha sobre importância de patentes

2016-02-02T20:45:57-03:00setembro 20, 2006|Categories: Acervo|

Recife - O presidente da Associação Brasileira de Agentes da Propriedade Industrial (Abapi), Raul Hey, defendeu hoje (20) a realização de uma campanha nos centros de pesquisa, universidades e empresas privadas sobre a importância das patentes. Segundo ele, cientistas brasileiros estão sendo prejudicados atualmente por divulgar artigos, teses e documentos sobre projetos inovadores, em revistas e congressos, sem se preocupar com a proteção por patentes. “O conteúdo científico do titular do direito de propriedade acaba indo parar em empresas de países desenvolvidos. Elas produzem novas tecnologias e exportam para o Brasil, que se vê obrigado a pagar royalties pela utilização”, disse Hey à Agência Brasil. O presidente da Abapi revelou que uma das exceções é a Universidade de Campinas (Unicamp), em São Paulo, que tem escritório de transferência de tecnologias e se destaca como a maior depositante de patentes do Brasil. Ele enfatizou que a patente garante a exclusividade, o retorno do investimento, a qualidade dos produtos que vão ser comercializados e o aumento da competitividade do país, no contexto global. A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) sediou hoje o seminário Propriedade Intelectual como Instrumento Estratégico para o Desenvolvimento Industrial e Tecnológico.  Fonte: http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2006/09/20/materia.2006-09-20.7102238938/view Consultado em 16/02/2007

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Brasil e França lideram luta contra malária, Sida e tuberculose

2016-02-02T20:45:57-03:00setembro 20, 2006|Categories: Acervo|

Vários líderes mundiais, incluindo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva do Brasil, Jacques Chirac da França e o antigo presidente americano, Bill Clinton, lançaram uma campanha de compra de medicamentos em larga escala para combater as três doenças que mais afectam os países pobres: Sida, tuberculose e malária. A iniciativa, conhecida por “Central de Medicamentos”, foi apresentada na sede da Nações Unidas, em Nova Iorque, à margem dos trabalhos da Assembleia-Geral. Na sua intervenção, o presidente Lula referiu-se aos principais objectivos da “Central de Medicamentos”. “A Central de Medicamentos contribuirá para aliviar o sofrimento de milhões de pacientes. É uma iniciativa inovadora que fornece acesso directo a medicamentos essenciais nos países mais pobres, a preços reduzidos. Não criaremos nova burocracias. Contaremos com o apoio de agências que já existem e que têm prestado enorme apoio à iniciativa”. Dennis Sessou Nguesso, chefe de estado do Congo e presidente em exercício da União Africana, disse que a iniciativa traria enormes benefícios para o continente. Segundo o presidente em exercício da UA, a “Central de Medicamentos” representa a materialização de mecanismos inovadores de financiamento que ajudarão África a cumprir os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio. A “Central de Medicamentos” será financiada com recursos provenientes de um imposto sobre passagens aéreas internacionais.  Fonte: http://www.un.org/av/radio/portuguese/story.asp?NewsID=1150 Consultado em 23/02/2007

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Presidente do Inpi diz que 90% das patentes no Brasil não são nacionais

2016-02-02T20:45:57-03:00setembro 20, 2006|Categories: Acervo|

Recife - O presidente do Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (Inpi), embaixador Roberto Jaguaribe, disse hoje (20) que 90% das patentes existentes no Brasil são de origem estrangeira. “Isso acontece porque o país não tem uma cultura de inovação sedimentada. Por outro lado, algumas indústrias e pessoas físicas ainda não sabem usufruir dos benefícios oferecidos pelo sistema de propriedade industrial, que só contribui para aumentar a competitividade de uma nação”. Na avaliação dele, para aumentar o número de acessos ao sistema de propriedade industrial é preciso fazer atividades integradas com o setor produtivo, universidades e as áreas de pesquisas do país. A propriedade intelectual abrange tanto a propriedade industrial (como fórmulas e o design de um produto) quanto direitos autorais (em caso de livros, músicas e filmes, por exemplo). Segundo Jaguaribe, as áreas que mais demandam patentes no Brasil atualmente são os segmentos de tecnologia da informação e comunicação e biotecnologia. O embaixador participou hoje (20) do Seminário Propriedade Intelectual como Instrumento Estratégico para o Desenvolvimento Industrial e Tecnológico, na Universidade Federal de Pernambuco. O primeiro passo para criação de uma rede de propriedade intelectual no estado foi firmado hoje, com a assinatura de um convênio entre o presidente do Inpi e o secretário executivo de Ciência e Tecnologia, José Carlos Cavalcanti. O acordo prevê a realização de cursos de capacitação para gestores em tecnologia de propriedade intelectual que atuam em universidades e empresas. As aulas começam em outubro. O Inpi ficará encarregado de oferecer apoio logístico para os treinamentos, enquanto o governo do estado disponibilizará a infra-estrutura. Fonte: http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2006/09/20/materia.2006-09-20.3983226815/view Consultado em 16/02/2007

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Amorim diz que Central Internacional de Medicamentos terá dupla utilidade

2016-02-02T20:45:57-03:00setembro 18, 2006|Categories: Acervo|

Nova York (Estados Unidos) - O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse hoje (18) que a criação da Central Internacional para Compra de Medicamentos vai ter dupla utilidade. "Não só será importante para combater a aids, a malária e a tuberculose em países mais pobres da África, e também no Haiti, mas vai ainda aumentar a escala de produção em países em desenvolvimento, como Índia, Brasil e África do Sul", afirmou o ministro. Amorim considera inovadora a forma de financiamento da futura central, feita por meio da cobrança de uma taxa sobre passagens aéreas internacionais. Segundo ele, o Brasil não cobrará taxas, mas dará uma contribuição orçamentária equivalente a US$ 2 por passagem internacional. O ministro disse que países mais ricos já estão colaborando com a iniciativa e deu como exemplo a França, que faz a cobrança da taxa desde julho deste ano e está colocando US$ 10 por passagem aérea. A Central Internacional para Compra de Medicamentos será lançada amanhã (19), na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, às 15 horas (hora local). Além do presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, deverão participar da cerimônia o secretário-geral da ONU, Kofi Annan; o presidente da França, Jacques Chirac;, o primeiro-ministro da Noruega, Jens Stoltenberg; o ministro das Relações Exteriores do Chile, Alejandro Foxley; o ministro do Desenvolvimento do Reino Unido, Gareth Thomas; o presidente da União Africana, Sassou-Nguesso; e o ex-presidente norte-americano Bill Clinton.  Fonte: http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2006/09/18/materia.2006-09-18.4816871337/view Consultado em 16/02/2007

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